O índice do custo do trabalho subiu 5%, na Região Autónoma da Madeira, no primeiro trimestre, de acordo com os dados da Direção Regional de Estatística (DREM). “Esta variação resultou do efeito conjugado das variações ocorridas nas suas duas principais componentes: Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada), que aumentaram 5% em relação ao trimestre homólogo. […]
As atenções hoje estão viradas para o presidente do Deutsche Bundesbank, que vai usar da palavra no BCE. De recordar que no último discurso, feito em março, indicou que o potencial de crescimento na Alemanha é de apenas 0,4% anualmente.
Em dia de resultados de várias empresas dos mais diversos setores, o BCE publica o Boletim Económico de Inverno, sabendo-se que o mercado procurará sinais do que poderá ser a política monetária a partir do segundo trimestre, bem como de mais indicações sobre onde vê o staff do banco a taxa neutra nesta nova realidade económica.
"Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada), aumentaram 3,3% em relação ao trimestre homólogo. Os outros custos (não salariais, também por hora efetivamente trabalhada), registaram, um acréscimo homólogo de 3,5%", referiu o instituto de estatística.
Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 6,3% e os outros custos cresceram 6,1%, em relação ao mesmo período do ano anterior, mostram dados do INE.
Os custos salariais dos empregadores subiram 5,9% entre janeiro e março. No trimestre anterior, tinham subido 1,4%, ou seja, o arranque de 2023 foi sinónimo de aceleração neste indicador.