Esta alteração resulta da publicação, em dezembro e janeiro, de legislação que entrará em vigor em abril e que define as regras de organização e os mecanismos de gestão do Registo Nacional de Utentes (RNU) e de inscrição nos cuidados de saúde primários.
Em comunicado o sindicato afirma que a decisão decorre do prazo estipulado pelo Ministério para concretizar medidas urgentes do Plano de Emergência para a Saúde ter sido atingindo e, no entanto, os problemas na saúde “continuam à vista”.
As iniciativas foram delineadas no âmbito de uma profunda reforma organizacional que ocorreu no Serviço Nacional de Saúde (SNS) no início do ano quando se agregou nesta unidade de saúde as estruturas de cuidados de saúde primários da região e as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas.
Estudo da ERS, divulgado esta quinta-feira, revela que Portugal apresentou, em 2022, um desempenho melhor do que a média da OCDE, quer nas admissões hospitalares evitáveis, quer no indicador relativo às admissões hospitalares por motivo de amputações major de membros inferiores em diabético.