"O mercado segurador está bastante ativo e apresenta oportunidades interessantes de consolidação e crescimento", afirmou o responsável da Cuatrecasas citado em comunicado.
Localizada em Alvalade, a Web3Hub é o segundo hub temático da organização criada pela Câmara Municipal de Lisboa (CML), agregando "startups, investidores, empresas e academia para atrair projetos inovadores, escaláveis, capazes de atrair investimento e criar emprego", refere em comunicado.
É a nona edição do programa de inovação da sociedade de advogados. O formulário para apresentar candidaturas está disponível a partir desta segunda-feira até 23 de junho.
A Portinsurance tem sede em Cantanhede e outros 12 escritórios em todo o país, e conta com mais de meia centena de colaboradores e uma extensa rede de agentes exclusivos.
O grupo espanhol dos químicos explica, em comunicado enviado esta quarta-feira à CNMV, que as contratações do banco de investimento e da sociedade de advogados visam a "salvaguarda dos interesses dos acionistas" face à oferta pública de aquisição da empresa portuguesa.
A equipa da Cuatrecasas em Espanha e Portugal que trabalhou nesta operação foi liderada pelos sócios Gerard Correig e Pere Kirchner, da área de prática de Comercial, Societário e M&A, bem como o sócio português Manuel Requicha Ferreira, de Bancário e Financeiro e Mercado de Capitais.
O Simplex Urbanístico entrou em vigor na segunda-feira e esteve em debate na conferência promovida pela sociedade de advogados Cuatrecasas, que teve o 'Jornal Económico' como mediapartner, tendo juntado vários responsáveis do sector imobiliário que apelaram para um entendimento com o regulador, mas deixaram um alerta sobre os riscos que recaem sobre os investidores privados com o novo regime.
Na Conferência “Simplex Urbanístico: oportunidades e desafios”, que decorreu esta segunda-feira, o advogado recordou que a crise do 'subprime' e a crise das dívidas soberanas "provocaram um congelamento da produção imobiliária", numa altura em que "havia uma enorme desconfiança no mercado imobiliário".
"No fim do dia, aquilo que o Simplex vem mudar é quando e como é que eu tenho de falar com o Estado desde o momento em que acabo o projeto e começo a obra", analisou o sócio da Cuatrecasas, deixando referências a Platão antes de passar a uma explicação mais técnica.
Sobre a adoção do simplex urbanístico esta terça-feira, vista como "uma mudança de paradigma", o mesmo responsável recorda que o pacote "envolve vários vários players do mercado", como promotores, investidores, projetistas, consultores jurídicos, sem esquecer "a administração pública na figura das Câmaras Municipais e assim como as demais entidades licenciadores".
"A barreira que mais temos enfrentado é a do tempo", revelou o mesmo responsável enquanto orador convidado no evento organizado pela Cuatrecasas - e que teve o Jornal Económico como media partner - quando questionado sobre os maiores desafios do sector em termos de licenciamento.
Telmo Ferreira, Head da Klepierre Management Portugal defende que todo o sector imobiliário "está condenado a entender-se com o legislador" para encontrar um regime que sirva todas as necessidades. "Simplificar é bem-vindo, não temos de ter medo da responsabilidade", salienta.
"Uma tragédia. Projetos que nós pensávamos demorar três anos, demoravam cinco ou seis anos. Isto dava cabo do racional económico e, portanto, os retornos esperados não eram minimamente parecidos com aqueles que ela dava início", analisou o executivo, quando participava na conferência "Simplex Urbanístico: oportunidades e desafios”, que decorre esta manhã na sede da Cuatrecasas em Lisboa, e que tem o Jornal Económico como media partner.
Margarida Osório Amorim, Head of Legal da United Investments Portugal indica que "os players que atuam no turismo ficam entusiasmados" quando aparecem medidas legislativas que agilizam os processos, mas que, com o novo Simplex, ainda "não sabemos muito bem para que direção vamos".
Segundo o mesmo responsável, que participa esta manhã na Conferência 'Simplex Urbanístico: Oportunidades e desafios', organizada pela Cuatrecasas, em Portugal "governa-se por reação" no que ao sector diz respeito. "Na crise entre 2009 e 2013, por imposição do FMI modificou-se a lei e pudemos reabilitar parte do centro das cidades. Mas noutros países é diferente. Praga, por exemplo, está toda reabilitada", disse.
Nuno Vicente Santos, Head of Portugal da RE Capital, considera que os promotores terão de assumir mais risco do que anteriormente. "Com o Simplex há uma redução brutal no tempo de licenciamento, mas abre uma panóplia de riscos e não é possível prever quanto isso vai custar", defende.
Hugo Santos Ferreira, presidente da APPII, defende que o "verdadeiro Simplex" vai dar-se a conhecer à medida que as câmaras municipais o tentarem "contornar" e que o Governo deve estar atento a esse fenómeno. "Sem essa monitorização não teremos Simplex", disse.
"Tem havido ao longo dos tempos um desfasamento entre a realidade e aquilo que a lei nos pede", defendeu o managing partner da Cuatrecasas Portugal na sua intervenção na conferência"Simplex Urbanístico: oportunidades e desafios", que decorre esta manhã na sede do escritório em Lisboa, com o Jornal Económico como media partner.
A abertura do evento, que decorre durante a manhã desta segunda-feira e conta com o Jornal Económico como 'media partner', estará a cargo de Nuno Sá Carvalho, managing partner e sócio coordenador da área de Imobiliário e Urbanismo da Cuatrecasas.