A prazo, um aliado cuja razão de ser é inegociável pode deixar de servir os interesses geoeconómicos dos Estados Unidos, pelo menos na visão transaccional de Trump.
O presidente dos Estados Unidos admitiu enviar tropas para o terreno no Irão “se necessário” e garantiu que o país tem capacidade para sustentar um conflito por mais de quatro ou cinco semanas. Mas a economia pode entrar em stress.
O presidente Donald Trump diz-se disponível para conversar, enquanto os líderes que restam no Irão tentam organizar um conselho interino até à eleição de um novo líder supremo. Em Bruxelas, os 27 reuniram de emergência.
É a quarta vaga de ataques, que Israel diz que tem conseguido conter com o recurso à Cúpula de Ferro, que defende todo o espaço aéreo do país. Entretanto, o Irão adianta que morreram pelos menos 201 pessoas no país.
O Governo português diz estar a acompanhar “com grande preocupação” o que está a acontecer no Médio Oriente na sequência da iniciativa militar conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, estando também em coordenação com os parceiros europeus, os parceiros da região e os aliados da NATO.
O Irão desmente que o líder supremo tenha sido aniquilado pela intervenção militar, mas vários jornais e televisões israelitas estão a avançar a notícia do seu desaparecimento.
O 'dia seguinte' ao eventual desaparecimento do líder supremo é uma nebulosa que nem os serviços secretos conseguem antecipar. O filho mais velho do antigo Xá não parece merecer a atenção do presidente norte-americano.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia destacou "a disposição da Rússia em promover a busca por soluções pacíficas baseadas no direito internacional" e pediu o regresso das negociações.
Algumas das principais empresas petrolíferas e grandes empresas de comercialização suspenderam os embarques de petróleo bruto e combustível pelo Estreito de Ormuz.
A ofensiva de Israel na Faixa de Gaza matou pelo menos 44 pessoas no sábado, elevando o total desde outubro de 2023 para 51.201, de acordo com um comunicado emitido hoje pelo Ministério da Saúde do governo do Hamas no território.
Alemanha quer o assunto debatido entre os 27, para que uma posição comum seja adotada em favor da estabilidade. Autoridades sírias já estabeleceram contactos com a Arábia Saudita,, Egipto, Emirados, Jordânia e Qatar.