“A nossa petição solicitava que a agressão aos docentes fosse considerada crime público e que houvesse um agravamento das penas para os agressores", afirmou Júlia Azevedo, presidente do SIPE.
Continuam a olhar para os crimes sexuais como há tantos anos se olhava para a violência doméstica e a sustentar a rejeição desta mudança de paradigma na velha máxima da “vontade da vítima acima de tudo”…