Apesar dos ventos de feição à esquerda dos últimos seis anos, houve oito greves gerais da função pública desde que António Costa tomou posse como primeiro-ministro, sendo o motivo principal dos protestos a perda de rendimentos.
Já parece estar desencadeada uma reforma do SNS, face aos casos de evidente ineficiência ocorridos no Verão. E em outras áreas-chave chegará a sua vez, em função das pressões que uma nova conjuntura ditará.
Os países europeus não tinham alinhado com os EUA. Agora, desorientados com a escassez de gás natural mas sobretudo temerosos da avalanche de contestação social, os políticos europeus fazem marcha atrás.
Com este OE, os trabalhadores que tenham aumentos salariais perdem poder de compra, pondo em causa uma das maiores promessas eleitorais socialistas, que é a valorização salarial.