Como transformar as Câmaras Municipais, que são organizações grandes, pesadas e públicas, em agentes da mudança, em forças dinâmicas e orientadas para a solução?
O futuro das cidades dependerá certamente de políticas públicas inteligentes, mas também da capacidade de envolver parceiros privados com visão de longo prazo e compromisso real com o impacto coletivo das suas intervenções.
Num tempo em que a cooperação internacional é desafiada por crises climáticas, sociais ou políticas, importa destacar projetos que mostram como a ciência pode ser feita com as pessoas, não apenas sobre elas. O MozambES é um desses exemplos, uma ponte entre conhecimento e ação local, com impacto real.
Garantir que [as pessoas] sejam tratadas com respeito e que possam exercer a sua capacidade de escolha não é apenas um gesto de humanidade, mas uma estratégia fundamental para o sucesso das intervenções humanitárias.
Em vez de sustentabilidade deveríamos referir directamente uma economia assente no pressuposto da regeneração. Garantir a regeneração, abstermo-nos do que não seja regenerável.
O Natal conseguirá resistir a uma época de relacionamentos fluídos, enfeites minimalistas, doces por encomenda, banalidade publicitária e aceleração do tempo?
Como a guerra já não é uma experiência exclusivamente africana, conforme era propagado na imprensa e até em certos meios académicos, talvez seja, agora, possível compreender a complexidade do fenómeno.
A violência contra trabalhadores humanitários tem atingido níveis recorde, conforme relatado pela ONU. Urge uma ação determinada para garantir que possam continuar a realizar em segurança a sua missão.
Apesar dos avanços alcançados, as mulheres na arquitetura continuam a enfrentar desafios consideráveis, desde a falta de representação nos cargos de liderança até à disparidade salarial.
A criação de projetos de desenvolvimento aeroportuário bem-sucedidos requer um conhecimento profundo dos desafios futuros do setor global da aviação, bem como a vontade de estabelecer colaborações significativas entre as instituições e as pessoas.
Na última década, temos assistido a um movimento social crescente que defende a partilha e a participação coletiva. Na Europa, há excelentes exemplos de projetos cada vez mais inovadores. Em Portugal, a Rede Co-habitar tem tido um papel fundamental.
A edição deste ano do Lisboa Soa já arrancou e marca o ritmo no Largo Residências e nas Carpintarias de São Lázaro, até domingo, 27 de agosto. E os mais novos não foram esquecidos.
Se a França foi eficaz na construção de uma nacionalidade que impôs o francês como língua e criou uma cultura com traços de homogeneidade, é também verdade que não pode a todo o custo recusar a diversidade que atraiu e, sobretudo, desintegrá-la ou aliená-la desta sociedade.
O Festival Futurama está de volta para a 2ª edição. Primeira paragem, Mértola, nos dias 3 e 4 de junho. Segue, depois, para Castro Verde e Beja, e leva música, artes visuais e performances na bagagem.
Em 1989, Peter Drucker publicou na Harvard Business Review um artigo onde defendia que as empresas podem aprender com as organizações sem fins lucrativos. Já lá vão 34 anos, mas o potencial de aprendizagem parece ser hoje ainda mais evidente. E no sentido inverso também.
O secretário de Estado das Comunidades e presidente da Comissão Regional do PS Madeira disse que o PS pretende "valorizar e apoiar e não usar estas comunidades" como faz o PSD.
A secção tem como objetivo "ajudar a resolver os problemas e criar condições para a boa integração das comunidades de emigrantes e lusodescendentes que regressam à Região, bem como imigrantes que, pelas mais diversas razões, escolheram a Madeira para viver".
São três, os principais eixos desta abordagem: serviço comunitário, conexão curricular, reflexão. Um ciclo de teorias, práticas e ferramentas de reflexão que fomentam o pensamento crítico.
O governante, antigo presidente do PS Madeira e da Câmara do Funchal, diz que "não tem conhecimento de qualquer facto que possa indiciá-lo da prática de qualquer ilícito criminal". O Jornal Económico explica-lhe.
O mundo exige novas repostas. E o “Protótipos para a Humanidade” é um exemplo onde foram desafiados estudantes e investigadores das universidades de mais de 100 países, a apresentar ideias que resultam da inteligência coletiva com as comunidades.