As exportações da Índia para os Estados Unidos subiram para 6,3 mil milhões de dólares em outubro, contra 5,5 mil milhões em setembro. Um aumento assinalável de 14,5%.
A proximidade entre as duas economias não é de agora, mas os entraves ao comércio mundial colocados pelas tarifas deram uma nova alavancagem à sua relação. O vice-presidente Geraldo Alckmin está em Nova Deli.
Um dia depois de Donald Trump ter ameaçado a Rússia com tarifas de 100% e sanções adicionais, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo encontrou-se com o presidente chinês para aprofundar uma parceria de largo espectro. A China está numa frenética atividade diplomática.
Apesar do acordo tarifário com os Estados Unidos, a China aumentou as vendas para o Vietname, Tailândia e Indonésia. Um comércio de proximidade que permite a todos os envolvidos escapar às consequências nefastas das tarifas de Donald Trump.
Num quadro de grande expectativa, a União Europeia insiste nas tarifas ‘zero-por-zero’, mas Berlim quer aumentar a parada e exige tarifas recíprocas se Washington se mantiver irredutível. A data de 1 de agosto é o primeiro dia do resto da vida do comércio global.
A incerteza em torno do comércio mundial provocada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode “ter graves consequências negativas”, particularmente para as economias mais vulneráveis, alertou hoje a diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala.
Os três países concordaram em promover o comércio regional, tentando assim rodear os problemas que as tarifas da administração Trump colocam ao comércio internacional. O setor automóvel é um dos que está no epicentro do problema.
Tarifas de 25% procuram conter o ímpeto exportacionista da China, que inundou o mercado mundial com preços baixos. Setor siderúrgico respondeu positivamente em Wall Street. Nos chips, a guerra também segue em alta.
“A inflação deverá regressar ao nosso objetivo de médio prazo de 2% no decurso do corrente ano, com riscos tanto no sentido ascendente como descendente. Uma maior fricção no comércio mundial tornaria as perspetivas de inflação na área do euro mais incertas”, disse Christine Lagarde.
Armindo Monteiro, 'presidente dos patrões', considera que as empresas portuguesas mais afetadas pelas eventuais novas tarifas norte-americanas serão aquelas que se destacam pelo preço. O mau momento para o comércio mundial pode ser usado para reverter essa lógica, que agora se percebe perversa.
A gigante sul-coreana teve gastos extraordinários para financiar a investigação. Mas, mesmo assim, está a ter um comportamento dececionante face à concorrente SK Hynix. Tudo tendo em vista a Nvidia.
O acordo UE-Mercosul é um bom exemplo do que a UE pode fazer para tentar inverter a sua crescente irrelevância económica e geopolítica na nova ordem mundial.
Segundo um relatório da Crédito y Caución, independentemente do vencedor, a nova administração deverá manter a tendência de políticas comerciais protecionistas que começou em 2018, quando os EUA iniciaram uma guerra comercial com a China.
Uma análise com a chancela do Banco de Portugal sugere que as perdas decorrentes do Brexit correspondem a menos de 0,1% do produto para 2021, ou seja, cerca de 250 milhões de euros.
A consultora considera que os preços dos transportes tenderão a voltar ao normal nos próximos trimestres, mesmo que as rotas do Suez continuem impraticáveis.
Os fretes entre a Ásia e o Ocidente já estavam a aumentar antes do conflito, mas a pressão exercida pelos houthis está a fazer regressar os navios à rota de Vasco da Gama. Com consequências previsíveis.
Fórum na nova Rota da Seda terá lugar em outubro e será um conclave que pretende relançar a ideia patrocinada pelo presidente chinês desde, pelo menos, 2013.