A reabilitação urbana bem feita melhora a coesão social, cria emprego local e preserva a identidade das cidades. Acaba também por ser uma resposta prática à escassez de oferta, sobretudo para a classe média, e para arrendamento qualificado.
Não basta viajar, copiar sem reflexão estratégica. O mundo corre e para corrermos também como uma chita, as Áfricas precisam de, primeiro, mapear as suas vulnerabilidades aos choques globais antes de começarem a correr à toa.
Setor equestre promove coesão territorial e fixação da população jovem, refere o estudo ‘A Economia do Cavalo em Portugal, apresentado no Horse Economic Forum (HEF II), em Alter do Chão
A confiança nas instituições degrada-se, e com ela a coesão social e o discernimento necessários para enfrentar situações de emergência, caso do apagão que afetou a Península Ibérica.
Urge implementar políticas públicas voltadas para a adaptação identitária, só possíveis com uma estratégia de base local, multidimensional, que envolva cidadãos e empresas.
Se por psicologização da sociedade entendermos mais acesso aos psicólogos, mais literacia em saúde e como os seus contributos podem ser utilizados para o desenvolvimento e coesão social, então ainda bem.
É fundamental insistirmos que é a produtividade que permitirá ganhos sustentados nos salários, e não o contrário, como por vezes nos querem convencer no discurso público.
Para aumentar os níveis de coesão social e, portanto, fazer face aos fatores que a ameaçam, são necessárias políticas económicas e sociais que se reforcem mutuamente.
Bem sabemos que os povos não são todos iguais e que o português é muito dado a conformismos, mas ainda deve existir uma ponta de bom senso e rebeldia que nos faça vencer o vazio e a vulgaridade através daquilo que é autêntico, admirável e duradouro.
Os portugueses dividem-se entre os que apoiam a liberalização que os nómadas digitais representam e os que se opõem à ameaça económica e cultural que eles apresentam. Mas existem medidas intermédias possíveis.
Apesar de termos um governo de maioria absoluta, o que os Portugueses sentem é a ausência de medidas, um degradar acentuado das instituições e um governo que se vai desfazendo.