Este OE aposta na continuidade, essencialmente focado na gestão orçamental, quando deveria ser mais reformista, com a incorporação de medidas que provocassem mudanças estruturais.
Menos IRC, menos TSU e IRS com escalões revistos para aliviar carga fiscal das famílias são outras das propostas que os patrões apresentaram nesta quarta-feira na Concertação Social para o próximo Orçamento do Estado.
Código do Trabalho passa a prever nomeadamente a proibição do "outsourcing" após despedimentos, norma que os patrões consideram inconstitucional. E já têm um parecer que o confirma.