"Os crimes que têm sido mais perpetrados estão relacionados com as fraudes relativas aos instrumentos e canais de pagamento eletrónico, mas também à burla informática e nas comunicações", disse a procuradora-geral adjunta da República moçambicana, durante um seminário sobre cibersegurança, que decorre desde quarta-feira, em Maputo.
Uma abordagem colaborativa pode melhorar os recursos de resposta a incidentes, permitindo que as organizações coordenem os seus esforços para os conter e ultrapassar.
Se a ciberdiplomacia ainda é vista, em vários Ministérios dos Negócios Estrangeiros desse mundo fora, como uma pasta aborrecida, nos EUA já se está a consolidar como uma dimensão prioritária da ação exterior.