O acordo, assinado pelo departamento de Comércio dos Estados Unidos financiará as novas instalações em Nova Iorque e Idaho sob a lei Chips e Ciência de 2022, que tem como objetivo impulsionar a fabricação nacional de chips e reduzir a dependência da China e de Taiwan.
Segundo a “CNBC”, a China consome cerca de 50% dos semicondutores do mundo, uma vez que é o maior mercado para montagem de dispositivos de consumo. Por outro lado, são os fabricantes de chips norte-americanos que gozam da liderança tecnológica.
Nos primeiros três meses do ano, a empresa atingiu os 17 mil milhões de euros em vendas (592.640 milhões de dólares taiwaneses), o que representa um aumento de 16,5% face ao primeiro trimestre de 2023.
O país tem como objetivo entrar no top três dos principais países de tecnologia de IA, e obter uma participação de 10% ou mais no mercado global de chips até 2030.
A empresa poderá vir a ser premiada com 8,5 mil milhões de dólares em financiamento direto sob o Chips and Science Act, sendo que ainda é possível que receba mais 11 mil milhões de dólares adicionais em empréstimos ao abrigo desta lei.
As mais recentes restrições aplicadas pelos Estados Unidos à China limitam a venda de chips americanos ao país asiático, fizeram com que os chineses procurassem outras alternativas mais domésticas, aumentando assim a procura pelos produtos da Huawei.
Os Estados Unidos proibiram a venda de chips de IA da Nvidia à China, no entanto houve várias instituições estatais que compraram pequenos lotes de semicondutores desta empresa.
O plano para o sector dos 'chips' - ou circuitos integrados - tem medidas para os próximos quatro anos, com uma despesa dividida entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia e a ANI - Agência Nacional de Inovação, que vão implementar a estratégia.
As regras, descritas por altos funcionários do governo, restringem uma gama mais ampla de chips avançados e ferramentas de fabricação de chips a um número maior de países, incluindo o Irão e a Rússia, e colocam na lista negra os designers de chips chineses More Thread e a Biren Technology.
A AI tornou-se um dos maiores campos de batalha competitiva entre os Estados Unidos e a China no Golfo, onde Riade e Abu Dhabi estão determinados a criar relações comerciais prosperas para incluir a transferência de tecnologia, enquanto mantêm laços fortes com Washington.
Investigação da “Bloomberg” relata parceria “invulgar”. “Os chips dessas fábricas construídas com a ajuda de empresas taiwanesas poderiam eventualmente ser utilizados em mísseis chineses direcionados a Taiwan”, alerta professor académico.
A regulamentação é o último obstáculos antes que a administração de Joe Biden possa conceder 39 mil milhões de dólares em subsídios à produção de semicondutores.
"O que se pretende com esta entrada na aliança é cooperar e concorrer a projectos europeus", aponta Eduardo Castro, vice-presidente da CCDR-Centro e responsável pela entrada da região na aliança.
O grupo com sede em Tóquio alocará os lucros provenientes desta entrada em bolsa aos seus fundos de reserva, depois de ter registado perdas significativas dos últimos dois anos devido à desvalorização dos investimentos no sector da tecnologia.
Foi lançada a Oferta Pública Inicial da tecnológica Arm. A holding passou a estar cotada na bolsa de Wall Street esta quinta-feira, com os títulos avaliados em 51 dólares.
O novo fundo já foi aprovado pelas autoridades chinesas, sendo que o ministério das Finanças da China planeia contribuir com mais de oito mil milhões de dólares. O desejo é que este seja o maior de três fundos lançados pelo Fundo de Investimento da Indústria da China.
Apple, Nvidia, Alphabet, AMD, Intel, Samsung, Cadence Design Systems e Synopsys estarão em negociações para estar na lista de investidores na oferta pública inicial da empresa do grupo Softbank.
A tecnológica dos processadores gráficos é um dos destaques em Wall Street. Após apresentar as contas trimestrais, a empresa com sede em Santa Clara subiu 7% no 'after-hours' mas abriu a sessão desta quinta-feira com uma valorização em torno dos 5%.
A Arm Holdings tem o monopólio dos chips de smartphones mas o mercado não esquece que este é um sector que tem estado em queda, com a venda de novos telemóveis a cair ano após ano.