A decisão surge após o anúncio da intenção de terminar com o regime "VEU" (Validated End-User), que permitia a algumas empresas estrangeiras utilizarem tecnologia norte-americana em fábricas situadas na China sem necessidade de licenciamento prévio.
O secretário do Comércio, Howard Lutnick, admitiu que o executivo está também a analisar a possibilidade de entrar noutras empresas, de chips, para além da Intel, em troca dos subsídios que foram atribuídos no âmbito do Chips Act, que vêm da administração Joe Biden, avança esta quarta-feira a agência noticiosa Reuters.
A Nvidia planeia partilhar 15% da receita proveniente das vendas do seu 'chip' H20 na China e a AMD entregará a mesma percentagem das receitas do MI308, especificaram fontes não identificadas à agência Bloomberg, e aos diários norte-americano The New York Times, e britânico Financial Times, que falaram sob condição de anonimato.
"Sendo o principal exportador de Taiwan e tendo fábricas nos Estados Unidos, a TSMC está isenta", disse Liu Chin-ching, diretor do Conselho Nacional de Desenvolvimento, durante uma reunião no Parlamento. No entanto, Liu precisou que outros fabricantes de 'chips' taiwaneses "serão afetados" pelas tarifas.
A cibersegurança é de “importância crucial” para a empresa californiana, indicou a Nvidia, depois de a CAC ter revelado, na passada quinta-feira, que pediu à empresa explicações e provas relativamente a alegados “riscos de rastreamento” e “controlo remoto” dos seus ‘chips’ H20, um produto concebido especificamente para o mercado chinês.
Esta encomenda à TSMC vem confirmar aquilo que o CEO da Nvidia, Jensen Huang, já tinha afirmado a 16 de julho, num evento em Pequim. Na ocasião o CEO da Nvidia disse que a empresa iria aumentar o fornecimento do chip H20, nos próximos meses, face ao regresso da empresa ao mercado chinês.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, confirmou também que já "existem muitas encomendas" para os chips H20 e que a empresa está
a desenvolver um novo chip, para clientes chineses, que deverá ser intitulado RTX Pro GPU, que levará em conta as restrições de exportação que estão em vigor pelos Estados Unidos.
Isto faz com que as ações da Nvidia estejam a negociar, em pré-mercado, nos 171,53 dólares. Desde o início do ano a empresa já valorizou 18,6% e no espaço de um ano viu a sua cotação subir 27,7%.
Os bons resultados refletem o esforço das principais tecnológicas globais em reforçar os inventários de semicondutores, perante o receio de novos impactos decorrentes das políticas comerciais de Washington.
Na quarta-feira, a Nvidia anunciou lucros de 18,775 mil milhões de dólares relativos ao primeiro trimestre, mais 26% do que o registado no período homólogo.
Na mensagem divulgada hoje na sua conta oficial da rede social Weibo - equivalente chinês da X, censurada na China -, o presidente executivo (CEO) da Xiaomi adiantou que se trata de um plano de investimento "contínuo e de longo prazo".
Depois de o Governo de Trump tirar as restrições às compras de chips da Nvidia, ameaça agora com penalizações aos chips avançados da China. Centros de dados em Portugal receiam consequências para setor.
Donald Trump rasgou as limitações que foram criadas por Joe Biden, mas decidiu proibir o uso de chips avançados de fabrico chinês em qualquer lugar do mundo, sob pena de violação das diretivas norte-americanas. São boas notícias para o centro de dados de Sines, um investimento de mais de 8 mil milhões de euros.
Classificado como "Lei de Segurança de Chips", o projeto de lei exige que os chips de IA sob regulamentações de exportação, e os produtos que contêm esses chips, sejam equipados com sistemas de rastreamento de localização para ajudar a detectar desvios, contrabando ou outro uso não autorizado do produto.
Citando fontes empresariais do setor, o jornal Cailian revelou que um total de oito categorias de produtos relacionados com ‘chips’ estão isentas dos impostos aplicados a todos os produtos dos Estados Unidos, que Pequim implementou como contramedida às taxas sobre produtos chineses impostas pelo líder norte-americano, Donald Trump.
Um dos produtos mais importantes do mundo viu a sua afinado produção virada do avesso com a decisão de Donald Trump. E quando todos tentavam acomodar as novas tarifas, veio a moratória de 90 dias. A uma paragem abrupta das encomendas, sucedeu uma catadura inesperada de novos pedidos.
A Semiconductor Manufacturing International Corporation (SMIC), anunciou, esta quarta-feira, que registou um lucro líquido de cerca de 492,7 milhões de dólares (475,5 milhões de euros) em 2024, um declínio homólogo de 45,4%.
A multinacional que fabrica máquinas para a produção de semicondutores espera, para 2025, chegar a um volume de negócios de ordem dos 30 a 35 mil milhões de euros, com margens brutas mais robustas.
O crescimento da indústria dos semicondutores vai acontecer "a uma velocidade vertiginosa", com esta a superar receitas de um bilião de dólares até 2030.