A central, a única na Roménia, tinha no final de julho desligado um dos seus dois reatores, devido à falta de água no rio para fazer o arrefecimento dos reatores.
Elétricas espanholas querem prolongar a atividade da central, mas não há acordo com Governo de Pedro Sanchez. Ambientalistas portugueses congratulam-se com decisão, mas alertam que os problemas não vão desaparecer, pois vai ser preciso lidar com os resíduos radioativos.
Esta futura central é um projeto fundamental para a segurança energética britânica e o governo britânico está a "fazer os investimentos necessários para inaugurar uma nova era dourada para a energia nuclear", garantiu o secretário da Energia, Ed Miliband, em comunicado.
A central, que só deverá estar operacional na década de 2030, vai produzir energia para seis milhões de casas e é considerada essencial para a segurança energética e o cumprimento das metas climáticas do Reino Unido.
O Governo espanhol aprovou em 22 de abril o início do processo de encerramento de Almaraz a partir de 2027, num contexto em que tem aumentado a pressão para que o funcionamento da central nuclear seja prolongado.
A associação alterou a sua posição e emitiu parecer favorável à construção de um novo armazém da central nuclear espanhola de Almaraz, para depositar temporariamente resíduos muito radioativos a 100 quilómetros da fronteira com Portugal.
“Acreditamos que é muito grave que uma central desta tipologia esteja tão próxima de uma frente de guerra”, disse Grossi em declarações à imprensa internacional, no final da sua visita à central atómica russa de Kursk.