Os radicais conseguiram o resultado histórico nas eleições em Chipre. Não se repetirá em Malta, mas as propostas eurocéticas também já estão a afetar o país.
A princesa das Astúrias jurou uma Constituição em risco de esfacelamento por responsabilidade exclusiva de Pedro Sánchez, candidato a um novo mandato na presidência do Governo.
O acordo foi anunciado pelos dois partidos num comunicado conjunto em que revelaram que Sánchez e Pere Aragonès, dirigente da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC) e atual presidente do governo regional catalão, falaram hoje à tarde por telefone.
Desde 2018 as empresas catalãs investiram 204 milhões de euros em Portugal. Um número significativo, embora a Catalunha seja o território da Península mais afastado fisicamente de Portugal.
Do outro lado, os independentistas também insistem: amnistia sim e referendo também. Alguém vai ter de ceder, ou Filipe VI ver-se-á na contingência de marcar eleições antecipadas.
Num ambiente político cada vez mais crispado, os populares vão tentar formar um governo para Espanha. Ou, segundo os socialistas, apenas perder tempo antes de Pedro Sánchez voltar ao poder.
A bipolarização que os resultados das eleições espanholas expressam não significa outra coisa que não o desejo de um governo sem dependência das franjas radicais, que perderam força.
A sentença desta quarta-feira do Tribunal Geral da União Europeia (TGUE) confirma assim a retirada da imunidade aos três eurodeputados pelo Parlamento Europeu, em março de 2021, a pedido do Supremo Tribunal de Espanha.