Os radicais conseguiram o resultado histórico nas eleições em Chipre. Não se repetirá em Malta, mas as propostas eurocéticas também já estão a afetar o país.
Entidades da economia social da Catalunha visitam Portugal para partilhar experiências e conhecer projetos locais. A agenda da visita das 11 associações catalãs passou por Lisboa, Porto e Viana do Castelo.
Partilhar experiências e conhecer projetos locais com uma agenda da visita das 11 associações catalãs passa por Lisboa, Porto e Viana do Castelo, é a intensão da numerosa comitiva.
As regiões de Andaluzia, Catalunha e Galiza foram identificadas como áreas com maior potencial para a implementação deste projeto, que visa impulsionar a economia circular e liderar a transição energética, no âmbito da estratégia Positive Motion da empresa.
As presidentes da Associação Catalã de Municípios e da Associação Nacional de Municípios Portugueses assinaram um acordo conjunto no âmbito da economia circular.
A polícia assegura que ativou um dispositivo considerado proporcional para evitar desordens públicas, atendendo ao anunciado regresso de Puigdemont a Espanha, mas também, em simultâneo, para garantir a segurança da sessão de investidura do novo presidente do governo regional que está a decorrer no parlamento autonómico.
Sessão de investidura pode ser marcada pela detenção de Carles Puigdemont, que foi eleito deputado na Catalunha, e que passou quase sete anos exilado na Bélgica. Apesar de ter beneficiado de amnistia, o crime de peculato não foi integrado nessa amnistia pelo que a ordem de detenção se mantém.
"Não podemos calar perante a atitude de rebelião do Tribunal Supremo", disse hoje Puigdemont, que acusou a justiça espanhola de querer bloquear a "vontade popular que se expressa através dos parlamentos".
A nova "lei orgânica de amnistia para a normalização institucional, política e social na Catalunha" deverá ser publicada e entrar em vigor nos próximos dias.
Na Catalunha pode ser que haja alguma coisa de novo. Por exemplo, um governo direita-esquerda, entre o Junts per Catalunya e a Esquerda Republicana da Catalunha. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
A autonomia tem de escolher o próximo governo de coligação. Mas, antes disso, a ERC tem de encontrar um novo líder. E decidir quem vai apoiar. De preferência, sem pressas.
Se o Junts per Catalunya, liderado por Carles Puigdemont, não tivesse apoiado o governo de Madrid, Pedro Sánchez não seria o atual chefe do governo. Mas o líder socialista não vai retribuir a amabilidade.
A ida de Vladimir Putin à China e a mudança inesperada do ministro da Defesa pode ser lida como um sinal de que a Rússia está pronta para negociações. Estes e outros temas estarão em análise nesta edição que conta com as reflexões do embaixador Francisco Seixas da Costa.
As eleições na Catalunha tiveram partidos vencedores e partidos derrotados. Mas, ao contrário do que é comum, é um dos derrotados que vai decidir o futuro da autonomia. Chama-se Esquerda Republicana da Catalunha.
O socialista Salvador Illa, venceu as eleições na Catalunha sem maioria absoluta, mas garantiu que vai liderar o próximo executivo autonómico. Resta saber qual será o figurino do próximo governo e que independentistas irá o socialista convidar.
A tensão política em Espanha está a níveis pouco vistos – apesar de não necessariamente inesperados – a as eleições antecipadas na Catalunha são mais um momento de forte choque entre forças que de um lado estão coligadas e de outro estão separadas. No limite, a Lei da Amnistia veio lançar o caos político num cenário que já de si não era fácil.
Primeiro na Catalunha a 12 de maio e de seguida no País Basco a 21 de abril. As eleições nas autonomias têm tudo para impactar de forma muito negativa um executivo em crise constante.
Sánchez prepara-se para ser reeleito com o apoio de partidos independentistas da Catalunha, com quem negociou uma amnistia para os envolvidos na tentativa de autodeterminação da Catalunha durante uma década e que teve como auge uma declaração unilateral de independência em 2017.