A empresa de mobilidade na área metropolitana de Lisboa anuncia alterações aos horários e linhas disponíveis para o período de verão, para fazer face às necessidades de mobilidade.
A Carris Metropolitana consolidou-se, em 2025, como a espinha dorsal do transporte público na região de Lisboa. Segundo os dados anuais agora revelados, o serviço transportou 194 milhões de passageiros.
Esta aplicação foi criada com o intuito de tornar as viagens mais simples e convenientes, oferecendo aos seus utilizadores ferramentas que facilitam o planeamento e a gestão das deslocações diárias. A partir da aplicação é possível consultar os horários e percursos das diferentes linhas.
A apresentação da ‘App’ Carris Metropolitana aos jornalistas decorreu hoje com os responsáveis pela aplicação e com os administradores da Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), Faustino Gomes e Rui Lopo.
Entre janeiro e dezembro foram dirigidas um total de 2.911 reclamações ao sector dos transportes públicos. A categoria de transportes coletivos de passageiros é o líder das queixas, com a Carris Metropolitana, a Carris e a UNIR a gerarem 61.2% das queixas registadas em 2023.
Entre as categorias mais reclamadas estão os transportes coletivos de passageiros, que absorvem 74,5% das queixas, seguida da categoria de comboio e metropolitano, que acolhe 24,1% das reclamações, e o transporte marítimo, responsável por 1,4% das queixas.
Entre janeiro e dia 15 de agosto foram registadas, na plataforma, 1.229 reclamações contra as duas entidades, um aumento na ordem dos 150%, em comparação com o período homólogo, onde se observaram 492 queixas.
Na AMP, a nova marca de transportes públicos rodoviários, com exceção do concelho do Porto (onde a Sociedade de Transportes Coletivos do Porto opera em exclusividade), vai chamar-se UNIR, e os autocarros deverão ser sobretudo azuis, pretos e brancos.