A escola de negócios de Lisboa da Católica, liderada por Filipe Santos, recebe estas quinta e sexta-feira, a conferência da Fundação Europeia para o Desenvolvimento da Gestão. Na agenda de trabalhos figuram os desafios da educação empresarial e a troca de práticas para enfrentar os desafios presentes e futuros.
Dados oficiais provisórios da PSP, que hoje fazem manchete no Diário de Notícias, demonstram que a criminalidade em Lisboa registou “a segunda maior descida em 10 anos”, revelando que em 2024 foram participados na cidade “pouco mais de 28 mil crimes, o terceiro número mais baixo desde 2014, só superado pelos dois anos da pandemia”.
Atual presidente da Câmara Municipal de Lisboa acusa a candidata do PS de ser radical. Alexandra Leitão diz que toda a campanha de Moedas se fará a partir desse soundbite e prefere focar-se nas soluções para os problemas. Higiene Urbana, Habitação e Mobilidade serão temas-chave.
Em declarações aos jornalistas no parlamento, Alexandra Leitão reagiu às declarações do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, que, hoje de manhã, a acusou de ser radical contrapondo que as cidades precisam de moderação.
“Finalmente, depois de tantas escolhas e mais escolhas e mais rumores, o Partido Socialista decidiu por uma candidata que representa o que tem vindo a ser este PS de Pedro Nuno Santos, que é um PS radical, a radicalizar-se, e eu penso que as cidades precisam de moderação”, disse Moedas.
A PSP terá incluído a zona do Martim Moniz no plano de videovigilância mas a autarquia dá prioridade ao Cais do Sodré. Câmara manifesta-se disponível para acolher as recomendações da PSP face a novas áreas que necessitem de maior vigilância através destes meios.
"Algo que é claro nos relatórios é que os crimes que são cometidos, são cometidos com mais violência", afirmou o autarca, recusando comentar os desacatos na zona do Martim Moniz.
Numa declaração escrita enviada à agência Lusa, o social-democrata Carlos Moedas destacou o trabalho do atual executivo municipal, liderado por PSD/CDS-PP, na regulação do AL na cidade de Lisboa, “com moderação e de forma equilibrada, que protege os lisboetas”, e criticou a anterior gestão do PS.
“Dou as boas-vindas ao vereador Diogo Moura e mais não posso fazer, mas sempre atuámos dentro da legalidade”, afirmou Carlos Moedas (PSD), à margem de uma conferência de imprensa nos Paços do Concelho para balanço da greve dos trabalhadores da higiene urbana.
Saiu Diogo Moura e entrou Joana Oliveira Costa. No entanto, nem todos os candidatos renunciaram por escrito, o que faz com que a número cinco da lista possa estar a efetivar decisões irregulares desde que entrou para o cargo.
“Sem radicalismos, sem comprometer a vida das pessoas, sem prejudicar a cidade”, escreve Carlos Moedas, considerando que a cidade precisa de diálogo e não de “posições extremadas”.
Presidente da ALEP classifica a proposta do Movimento Referendo pela Habitação, que foi aprovada em Assembleia Municipal, de "irresponsável" e que "mata" uma atividade que pesa 46% do turismo na capital. Advogado ouvido pelo JE salienta que o diploma legal do Governo sobre o AL não pode ser alterado por via de um referendo municipal. Assembleia Municipal de Lisboa já deu entrada do processo no Tribunal Constitucional.
A proposta de orçamento municipal para 2025 e grandes opções do plano para o quinquénio 2025-2029 foi viabilizada com os votos a favor dos deputados municipais de PSD, CDS-PP, MPT, PPM, Aliança e deputada não inscrita Margarida Penedo (que se desfiliou do CDS-PP), que integraram a coligação “Novos Tempos” (PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), que governa a cidade sem maioria absoluta, sob a liderança de Carlos Moedas (PSD).
O presidente da Câmara de Lisboa defende que a Web Summit ajuda a atrair empresas e investimento para a cidade, mas que, com a Fábrica de Unicórnios, a capital portuguesa deixa de ser um sítio de eventos para ser um local onde as empresas querem estar.
"O contrato com a Web Summit é até 2028, portanto temos ainda muito tempo. Obviamente que a Web Summit é importantíssimo para Lisboa", evidenciou o presidente da Câmara de Lisboa.
Só o calendário pode bloquear uma eventual candidatura de Carlos Moedas à Presidência da República. Com 55 anos em janeiro de 2026, o atual presidente da Câmara de Lisboa é o mais novos dos potenciais candidatos.
“Em 2010, Lisboa tinha mais de 8.000 Polícias de Segurança Pública e hoje tem 6.700, ou seja, a cidade de 2010 tinha mais policiamento que a cidade de 2024 e isso não pode continuar a acontecer”, afirmou Carlos Moedas, destacando a importância do policiamento de proximidade e reforçando que a Polícia Municipal deve ter mais competências.
"Maquiavel para Principiantes", o podcast semanal do JE da autoria do especialista em comunicação e cronista do "Jornal Económico", Rui Calafate, pode ser ouvido em plataformas multimédia como Apple Podcasts e Spotify.
O autarca de Lisboa encabeça a lista apresentada pela direção do PSD aos órgãos nacionais. À chegada ao congresso do partido na manhã deste domingo, criticou quem se mostra disponível para ocupar cargos com grande antecedência e não confirmou nem desmentiu o interesse em ser reeleito na Câmara de Lisboa.