O ex-governador do Banco de Portugal é um defensor que a poupança dos europeus seja canalizada para investimento dentro da Europa, ou seja, para capital através do mercado.
Para o ex-administrador da CGD, o "nível de imparidades para perdas de crédito revela que a banca assumiu o risco do país”, referindo-se ao risco imobiliário.
A integração dos bancos na Europa é uma miragem para Carlos Albuquerque, que disse que "neste momento só há um banco verdadeiramente pan-europeu, que é o Revolut que cresce 60% a 70% ao ano". Por sua vez Carlos Costa, questionado sobre a venda do Novobanco ao BPCE, disse que "É uma história de sucesso". Tudo na conferência que celebrou os nove anos do JE.
Carlos Costa, antigo governador do Banco de Portugal, e Carlos Albuquerque, ex-administrador da CGD, consideram que para alguém se afirmar no mercado no mercado pan-europeu tem de recolher depósitos, ter a confiança dos depositantes e concorrer com os mercados locais.