Durante demasiado tempo a inovação viveu num espaço confortável dentro das grandes organizações, suficientemente próxima do poder para ser notada, mas suficientemente afastada para não o comprometer.
A Comissão Europeia deveria dinamizar um ambicioso programa europeu para as indústrias de defesa, estimulando a formação de consórcios entre empresas e universidades europeias.
As escolhas que fazemos hoje irão definir se a Inteligência Geral Artificial (AGI) servirá como um motor de progresso humano ou se será um marco tecnológico que nos apresenta desafios para os quais ainda podemos não estar preparados.