O banco mais antigo de Itália está há vários trimestres sinalizado pelo mercado para uma provável consolidação, despertando o interesse da Intesa e do Banco BPM.
Na sequência de uma análise aprofundada, o gabinete da primeira-ministra Giorgia Meloni decidiu "em defesa dos interesses estratégicos e da segurança nacional" colocar algumas condições à aquisição de 13 mil milhões de euros, antes de a autorizar a avançar, informou o Governo italiano, sem fornecer pormenores sobre as condições.
O UniCredit disse que iria lançar a 28 de Abril a sua oferta de aquisição do Banco BPM no mesmo dia em que o banco francês Credit Agricole revelou que tinha garantido a aprovação da supervisão para deter até 19,9% do capital do BPM.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, reforçou que o executivo possui instrumentos que lhe permite intervir caso a operação entre o UniCredit e o BPM "não seja do interesse nacional".