Apesar deste crescimento, estes valores revelam um abrandamento face ao mesmo período de 2024, com uma variação negativa de 3%, depois de três anos consecutivos com crescimento.
De acordo com investigações levadas a cabo pela área de Threath Intelligence da S21Sec, foi detetado um aumento significativo, 138%, de domínios registados com a expressão “blackfriday” durante a primeira semana de novembro, acumulando um total de 6.340 registos.
É a conclusão retirada de um estudo recente da Jetcost, que elege Lisboa, Porto, São Miguel, Madeira e Ilha da Terceira como os cinco destinos nacionais mais procurados.
A empresa explicou, em comunicado, que este ano vai apostar "numa preparação cuidadosa e reforçada para garantir que todas as encomendas chegam ao seu destino de forma rápida e prática, proporcionando aos clientes a tranquilidade necessária para aproveitarem as ofertas da Black Friday e das festividades que se aproximam".
O estudo ‘Black Friday 2024’, desenvolvido pelo Portal da Queixa, perspetiva que o número de intenção de compra suba. No entanto, este ano, os consumidores mostram-se mais seletivos e menos impulsivos nas suas compras de produtos com grandes descontos. Uma das principais razões para este maior controlo é o facto de 61% dos consumidores acreditarem que os descontos neste dia não são “genuínos”.
Gasto médio estimado em 179 euros, uma subida expressiva (+37%) relativamente a anos anteriores. 57% dos consumidores aderem a esta ocasião promocional para aproveitar descontos e 32% antecipam as compras de Natal.
Segundo um estudo da Wallapop, sete em cada dez portugueses que compram na Black Friday admite usar menos os produtos do que o esperado. Este ano, cerca de 37% afirma que não vai realizar compras nesta altura e apenas 16% considera a compra de quatro ou mais produtos.
Para prevenir estas situações, é essencial desconfiar de promoções que parecem boas demais para ser verdade e, antes de realizar uma compra, verificar a autenticidade dos sites.
As viagens entram pela primeira vez no top 5 das preferências de compra para a Black Friday de 2024, refletindo novas prioridades e estilos de vida dos consumidores, de acordo com o estudo da Blackfriday.pt.
Os consumidores não perdem os descontos de novembro por diferentes razões. Uma delas é o "ato de se entregar a prazeres pequenos e baratos como recompensa por ter feito algo ou simplesmente pela felicidade do momento”, concluiu a Revolut.
Campanhas de sensibilização que promovam o consumo consciente podem incentivar os consumidores a considerar não só o preço, mas também o impacto das suas compras.
Cerca de "90% dos portugueses afirmam que vão fazer compras durante a Black Friday, sobretudo entre a faixa etária dos 25 aos 34 anos, com a tecnologia a dominar as compras, revela estudo.
Pedro Empis, diretor operacional de Soluções de Talento na Randstad, diz ao JE que a empresa vai iniciar um mega recrutamento para atendar as necessidades de mão de obra no Natal e saldos. Duração do contrato pode variar entre dois a três meses.
"O cenário para a Black Friday deste ano revela um panorama de compras menos ponderado entre os consumidores portugueses. O estudo indica que a maioria dos portugueses (74%) planeia gastar, em média, 311 euros durante a Black Friday, o que representa um aumento de 7%", revela o estudo da blackfriday.pt.
A empresa já ultrapassou os objetivos fixados para 2023, ao atingir os 1.158 milhões de euros movimentados de janeiro a novembro, e irá fechar o ano com resultados acima do esperado.
Na passada sexta-feira foram movimentados quase 10 mil milhões de dólares em compras ligadas à Black Friday, sendo que mais de metade deste valor foi transacionado através do telemóvel dos consumidores.
A UNI Global Union, uma federação sindical global para os sectores de serviços, coordena uma campanha intitulada de "Make Amazon Pay", e anunciou que as greves e os protestos iriam acontecer em mais de 30 países a partir de hoje e até segunda-feira.
O Dow Jones avança 0,12% para 35.314,92 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq cai 0,23% para 14.232,59 pontos e o S&P 500 perde 0,03% para 4.559,78 pontos.
A Xiaomi está em contraciclo com o mercado de smartphones. Enquanto as principais marcas dão conta de uma queda de vendas, a Xiaomi tem vendido mais. Este é, para Tiago Flores, country director da Xiaomi Portugal, a razão pela qual a Black Friday pesa 10% nas contas anuais.