“Há um excesso de embalagens. Há pouco trabalho de evolução da parte das marcas. Não houve uma transição em termos de sustentabilidade. Mantêm-se os modelos de descartabilidade, de embalagem como argumento de venda”, critica Susana Fonseca, vice-presidente da associação ambientalista Zero
O volume de resíduos acumulados, na ordem das 69 mil toneladas, proveniente da recolha seletiva porta-a-porta, de proximidade com acesso condicionado, bem como dos Ecopontos e Ecocentros, representa um crescimento de 2,1% em relação a 2023.
O resultado positivo na recolha de biorresíduos deve-se ao aumento da recolha de resíduos verdes (+5.235 toneladas e +10,34%) e ao significativo crescimento de 48,65% (+5.133 toneladas) na recolha de resíduos alimentares. Este avanço está associado ao desenvolvimento bem-sucedido do projeto de recolha seletiva de biorresíduos nos municípios sob a gestão da Tratolixo.
É imprescindível que cidadãos, empresas e instituições públicas e privadas pratiquem a separação dos resíduos e adiram ativamente, e cada vez mais, à utilização de produtos mais sustentáveis e recicláveis.
A recolha de biorresíduos aumentou quase 10% e o projeto dos sacos verdes para os biorresíduos alimentares registou um aumento superior a 250% face a 2022.
Se o consumidor separar os biorresíduos do lixo comum estará a diminuir a quantidade de resíduos despejados em aterro e, consequentemente, a contribuir para uma menor pegada ambiental.
Se o consumidor separar os biorresíduos do lixo comum estará a diminuir a quantidade de resíduos despejados em aterro e, consequentemente, a contribuir para uma menor pegada ambiental.
A CEO da Sociedade Ponto Verde diz ao JE que, para atingir as novas metas definidas para 2025, é preciso acelerar o investimento, de forma a que o serviço que é prestado ao cidadão o ajude a depositar mais embalagens nos ecopontos.