Lucro cresceu 7,9%, para 646 milhões de euros, puxado pelo mercado polaco, que representa mais de 70% do negócio do grupo. Que quer crescer mais, mesmo com a instabilidade.
Numa carta aberta enviada às redações, o empresário Henryk Kania acusa a Biedronka de provocar a falência da sua fábrica de processamento de carne por alegadas práticas comerciais desleais.
O Grupo arrancou oficialmente esta quarta-feira a operação na Eslováquia com a inauguração do centro de distribuição e da sua primeira loja Biedronka. É a quarta geografia do Grupo.
A entrada da Biedronka na Eslováquia é o primeiro passo de internacionalização dado por uma insígnia de retalho alimentar do grupo Jerónimo Martins, dono do Pingo Doce.
Regulador polaco quer perceber se os dois supermercados coordenaram acordos entre empresas de logística com o objetivo de reduzir a competição e limitar o crescimento salarial dos seus motoristas.
Ao implementar estes projetos, a Biedronka e a EDP estão a evitar a emissão de cerca de cinco mil toneladas de CO2 por ano, o que equivale à captura de dióxido de carbono realizada por quase 900 mil árvores, assegura a empresa.
Dona do Pingo Doce justifica queda dos lucros devido à dotação de 40 milhões de euros entregues para a Fundação Jerónimo Martins. Supermercados polacos registaram maior crescimento de receitas do grupo português.
O atual dono da Studenac Enterprise Investors, é um fundo de private equity cuja estratégia de investimento implica uma maior expansão da cadeia e das vendas num prazo de cinco a sete anos.
"É com grande entusiasmo que anunciamos este projeto que junta duas empresas com raízes portuguesas e vai tornar disponível a rede de carregamento na Polónia junto de todos os que estão a apostar na mobilidade sustentável", refere Luís Santiago Pinto, CEO da Powerdot, citado no mesmo comunicado.