Durante o mês de abril, as exportações e importações nacionais registaram aumentos, o que fez com que a balança comercial de bens apresentasse um desagravamento.
O forte aumento deve-se ao facto das exportações terem crescido 7,1% nos três primeiros meses, atingindo 82.338 milhões de dólares (75.760 milhões de euros), enquanto as importações aumentaram apenas 1,3%, para 76.878 milhões (70.730 milhões de euros), segundo o Ministério da Indústria e Comércio.
Como resultado desta evolução, o défice da balança comercial de bens diminuiu 59 milhões de euros em setembro face ao mesmo mês de 2024 e 401 milhões relativamente a agosto, situando-se nos 2.588 milhões de euros, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Como resultado, o défice da balança comercial de bens agravou-se em 1.173 milhões de euros em julho face ao mesmo mês do ano anterior, atingindo os 3.293 milhões de euros, avança o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Até julho os Estados Unidos acumulam um défice de bens e serviços de 154,3 mil milhões de dólares. Em julho o défice aumentou em 19,2 mil milhões de dólares face ao mês anterior.
O Japão registou em julho um excedente comercial com os Estados Unidos de 585,110 biliões de ienes (3,6 biliões de euros), 23,9% abaixo do registo no mês homólogo anterior, enquanto as exportações nipónicas para a primeira economia mundial ficaram em 1,7 triliões de ienes (10,03 biliões de euros) no mês em análise, 10,1 % menos do que no ano anterior.
“Os dados de 2024 revelam que, as nossas exportações totais com África foram de cerca de 1.592 milhões de dólares norte-americanos, continuando o comércio concentrado na África austral, onde Moçambique tem acesso preferencial através da Zona de Comércio Livre da SADC”, revelou o secretário de Estado para o Comércio, António do Rosário Grispos, na abertura da conferência MozExport, na cidade de Tete, centro do país.
As relações económicas entre Portugal e Angola têm esfriado. O petróleo continua a ser determinante nas vendas angolanas, mas a intenção é alterar o paradigma, diversificando.
Os EUA importaram em 2023 bem mais do dobro do que haviam exportado para este grupo de países, registando excedentes relevantes apenas com o Brasil e os Emirados Árabes Unidos. Trump volta a ameaçar bloco com tarifas adicionais de 10%.
O escritório de estatísticas da UE vai publicar dados referentes ao Índice de Preços no Consumidor (IPC), em maio. Recorde-se que no mês anterior foram registadas subidas de 1,9% em termos homólogos e 0,6% em termos mensais.
"Isto traduz uma taxa de cobertura das importações pelas exportações de 236,1%, mais alta do que a registada nos primeiros três meses de 2024, que se fixou em 136,3%", salienta a Direção Regional de Estatística da Madeira.
As exportações alemãs tiveram uma subida de 2,3%, em março, face ao ano anterior, e registou um incremento de 1,1% face ao mês anterior, para os 133,2 biliões de euros. As importações alemãs chegaram aos 112,1 biliões de euros, em março, o que representa uma quebra de 1,4% face ao mês anterior, e um aumento de 2,3% quando comparado com o período homólogo.
Em fevereiro de 2025, as exportações e as importações de bens tiveram variações, face ao ano anterior, de +11,9%
e de +3,3%, (+11,9% e +8,6%, pela mesma ordem, em janeiro de 2025), refere o INE.
"É o sexto trimestre consecutivo que a União Europeia consegue um excedente na sua balança comercial, depois de um período de défices influenciados pela subida dos custos energéticos entre o final de 2021 e meados de 2023", referiu o Eurostat.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) consultados pela Lusa, o saldo da balança comercial tem sido sempre negativo para Portugal nos últimos cinco anos, crescendo de 874 milhões de euros, em 2020, para 2,589 mil milhões de euros no ano passado.
O banco valorizou mais de 6% no total da semana, com o impulso a fazer-se sentir sobretudo na última sessão da semana. No exterior, o índice alemão e o Euro Stoxx 50 contraíram após máximos. Esta semana abre com dados da balança comercial europeia.
Em 2024 as exportações atingiram os 372 milhões de euros, mais 6,1% face a 2023, o que representa um novo máximo. As importações ficaram em 273,8 milhões de euros, mais 0,2% comparativamente ao ano precedente.