É responsável por quase 7% do consumo final da energia, pouco, no quadro geral. Mas é fundamental para aquecer habitações. O desafio é modernizar e ter atenção à poluição.
O estudo do Observador Cetelem revela que, no último ano, 91% dos portugueses afirmaram que o valor que pagam pela energia aumentou, sendo considerado um preço exagerado por um terço dos portugueses. Perante este aumento, 53% temem não conseguir pagar as faturas de energia.
Com a crescente procura por aquecimento residencial, é fundamental que os consumidores avaliem cuidadosamente a eficiência energética do seu sistema de aquecimento. Optar pelo mais eficiente, não só proporciona conforto, como também contribui, significativamente, para a redução dos custos de energia.
É importante controlar a temperatura do espaço em que vivemos: se a casa for muito fria e húmida, as paredes podem desenvolver mofo, o que pode afetar negativamente a saúde dos consumidores.
Frans Timmermans afirmou, este sábado, aos jornalistas, em Sharm El-Sheikh, Egito, que o objetivo dos europeus é manter "vivo" o limite de aquecimento de 1,5ºC .