A tendência inclui fusões e a integração de agências portuguesas em grupos internacionais, numa resposta às novas exigências dos clientes e à crescente globalização do setor. E é para continuar.
Apesar dos valores ainda serem estimados, uma vez que 14 empresas do universo da Associação Portuguesa das Agências de Comunicação (APECOM) ainda não terem apresentado as contas desse exercício fiscal.