Atravessamos uma crise social, política e de valores. Enfrentamos conflitos mundiais a uma escala enorme, mas o sentimento mais prevalente é o da apatia.
Mais de mil mortos por explicar em apenas duas semanas deveriam gerar mais inquietação. Não estivemos meses em confinamento para defender os mais vulneráveis? Qual o motivo para, agora, esse objetivo se ter tornado irrelevante?