Uma das óperas mais populares de sempre, “La Bohème” é não só intemporal como nos dá um extraordinário retrato da vida de artistas e boémios. Numa elogiada encenação de Franco Zeffirelli.
Ao contrário do que se poderia pensar, as mulheres não passaram a rejeitar os homens, rejeitam, sim, parceiros que não retribuam em igual medida os seus esforços.
Um templo do amor que é um bolo de noiva em cerâmica. Eis a obra-devaneio de Joana Vasconcelos, agora aninhada num recanto da propriedade dos Rothschild, em Weddesdon Manor, Inglaterra.
Um homem escreveu, outro realizou e outro ainda encenou. Samuel Adamson, Pedro Almodóvar, Daniel Gorjão prestam homenagem ao amor, no seu pulsar no feminino. “Tudo Sobre a Minha Mãe” sobe aos palcos em janeiro, em Lisboa e Porto.
Carregar a pedra até ao cimo da colina. 60 vezes tenta, 60 vezes falha. Eis a versão a quatro mãos do mito de Sísifo, cortesia de Duvivier e Calderoni, repleta dos absurdos intoleráveis do nosso tempo. De 7 a 10 de dezembro em várias cidades portuguesas.
O ator Ivo Canelas regressa ao Estúdio Time Out, em Lisboa, para interpretar um monólogo onde convida o público a participar, abordando, com humor, temas como a depressão, a família, o amor, as crises existenciais. Um evento intimista que não deixa ninguém indiferente.
O legado de Irina Fernandes foi maior do que ela e que a sua doença. Confesso que demorei algum tempo a entender a sua mensagem. Como se consegue amar algo que nos mata?