Na indústria, que cresceu em quase todos os distritos, destacaram-se as encomendas ligadas à Defesa e aos centros de dados, aponta esta publicação, que sai oito vezes por ano.
Numa carta dirigida à Administração norte-americana e ao FMI, os signatários solicitaram a retirada das restrições que afetam o Banco Central da Venezuela (BCV), a petrolífera estatal PDVSA e outras instituições, e que seja permitido ao país o acesso a recursos internacionais destinados à resposta humanitária, à reconstrução e a fazer face à emergência provocada pelos terramotos registados em junho.
O Comando Central dos EUA (Centcom, na sigla em inglês) confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
"O parágrafo 13 do Memorando de Entendimento é claro: as negociações sobre o acordo final não começarão enquanto as ameaças persistirem. Respeito pela sua assinatura", escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, na rede social X.
Apesar do acordo assinado a 17 de junho, os dois países trocaram ataques nos últimos dias, acusando-se mutuamente de violar o cessar-fogo, com o controlo de Ormuz no centro das tensões.
"Esses ataques selvagens, que constituem uma violação flagrante do parágrafo 4 do artigo 2 da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação expressa da primeira cláusula do Memorando de Entendimento para acabar a guerra, demonstram que o regime americano não concede o menor valor nem credibilidade aos seus compromissos", denunciou o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano num comunicado.
"Os aviões norte-americanos acabaram de atacar depósitos de mísseis e drones iranianos, bem como estações de radar costeiras, por violarem, MAIS UMA VEZ, o acordo de cessar-fogo!", escreveu Trump no sábado, na rede social que detém, Truth Social.
A Guarda "destruiu oito importantes instalações militares norte-americanas na Base Aérea de Ali al-Salem, no Kuwait, e na Base Naval da Quinta Frota, em Port Salman, no Bahrein", afirmou, em comunicado.
"Espanha é um desastre. Espanha é terrível, mesmo do seu ponto de vista", frisou Trump a Rutte, durante uma reunião na Sala Oval da Casa Branca, aberta aos jornalistas.
Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o secretário de Estado norte-americano acrescentou que "os Estados Unidos estão ao lado do povo venezuelano nestes tempos difíceis".
Os dois sismos que atingiram quarta-feira a Venezuela registaram magnitudes de 7,2 e de 7,5, respetivamente. O USGS, que monitoriza a atividade sísmica em todo o mundo, calculou uma probabilidade de 42% de que o número de mortos se situe entre as 10 mil e as 100 mil vítimas mortais; a possibilidade de 33% de entre mil e 10 mil mortes e uma hipótese que indica 17% de mais de 100 mil mortes.
Estas declarações do chefe de Estado norte-americano surgem também num momento de divergências entre Washington e Teerão sobre questões como a cobrança de portagens no estreito de Ormuz ou as inspeções nucleares.
"O memorando de entendimento assinado entre os Estados Unidos e o Irão – no qual se comprometeram a respeitar mutuamente a soberania e a integridade territorial, a abster-se de ações militares e a evitar interferências nos assuntos internos um do outro – enviou um sinal positivo ao mundo que deve ser preservado e aplicado conjuntamente", afirmou o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi.
"O Japão e os EUA concordaram em tomar medidas firmes sempre que necessário. Nesse sentido, não há dúvidas", disse a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, citada pela agência de notícias japonesa Jiji Press.
"Com base nos acordos alcançados, as futuras negociações serão conduzidas sob a supervisão de um comité de alto nível, com a participação do presidente da Assembleia Consultiva Islâmica e ministro dos Negócios Estrangeiros do nosso país, do primeiro vice-presidente dos Estados Unidos e dos primeiros-ministros do Qatar e do Paquistão", declarou Kazem Gharibabadi, citado pela agência de notícias estatal iraniana IRNA.
"Dois navios operados por companhias de navegação sul-coreanas, que aguardavam no interior do estreito de Ormuz, atravessaram a passagem e estão a navegar normalmente", afirmou o Ministério dos Oceanos sul-coreano, em comunicado.
Num comunicado, o Ministério do Comércio chinês indicou que a medida foi adotada ao abrigo da Lei de Controlo de Exportações e da regulamentação sobre bens de dupla utilização, visando “salvaguardar a segurança e os interesses nacionais” e cumprir obrigações internacionais em matéria de não proliferação.
“A delegação iraniana ainda está no local das negociações, e a delegação dos EUA planeia continuar a trabalhar durante a noite”, afirmou um diplomata norte-americano envolvido nas conversas, em declarações à agência France-Presse (AFP).
Segundo a Bloomberg, o secretário do Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, manifestou a preocupação aos altos dirigentes da ASML durante uma série de reuniões recentes.