Amadora-Sintra

ULS Amadora-Sintra reconhece “pressão muito elevada” nas urgências

Sobre a demissão das chefias da urgência geral, a ULS refere apenas que na noite do 2 para o dia 3 estavam escalados seis médicos, que são distribuídos pelas duas áreas (ambulatório e serviço de observação) "consoante as necessidades". Sindicatos dizem que para a área de ambulatório, durante horas, esteve apenas um médico, uma "situação completamente inaceitável".
Melissa Lopes6 Jan
ULS Amadora-Sintra reconhece “pressão muito elevada” nas urgências

Chefias da urgência do Amadora-Sintra demitiram-se após “situação de extrema gravidade”

Urgência geral do Hospital Amadora-Sintra funcionou, durante várias horas na madrugada do dia 3, apenas com um médico escalado para a área ambulatória, "uma situação de extrema gravidade" que levou à demissão da chefe e da subchefe da equipa, denuncia o Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS). Ministra reconhece situação "muito crítica" nos hospitais e não antecipa melhorias nos tempos de espera nas urgências esta semana. ULS Amadora Sintra fala em pressão nas urgências "muito elevada" num hospital que tem uma "crónica falta de camas para internamento".
Melissa Lopes6 Jan
Chefias da urgência do Amadora-Sintra demitiram-se após “situação de extrema gravidade”

Suspensão das urgências no Amadora-Sintra expõe negligência e falta de investimento, acusa Fnam

A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) considerou hoje inadmissível que uma avaria técnica tenha levado à suspensão das urgências no Hospital Amadora-Sintra, uma situação que revela a “falta de investimento continuado” na infraestrutura do SNS. “Não se trata de um simples incidente técnico. A ocorrência revela uma alarmante negligência na manutenção de sistemas essenciais, bem como a ausência de planos de contingência robustos e devidamente testados, numa unidade hospitalar periférica que serve uma população numerosa e que já opera sob permanente sobrecarga”, alerta a Fnam em comunicado.
Suspensão das urgências no Amadora-Sintra expõe negligência e falta de investimento, acusa Fnam