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Alumínio acumula subida de 47% em termos anuais

O alumínio, um dos metais mais estratégicos para a economia global, está novamente no centro das tensões dos mercados. Impulsionado por custos energéticos elevados, constrangimentos na oferta — agravados pela instabilidade no Médio Oriente — e uma procura robusta ligada à transição energética, o mercado entrou em défice e empurra os preços para níveis próximos de máximos históricos de 4.000 dólares a tonelada. A 27 de abril cotava a 3.600 dólares.
Teresa Cotrim e Ruben Pires28 Abr
Alumínio acumula subida de 47% em termos anuais

Quando a Alemanha e a França espirram, as exportações de alumínio sofrem

A procura global tem registado quedas acentuadas, mas, ainda assim, o mercado português está a conseguir resistir, em certa medida, à tendência, mesmo que as exportações estejam a perder fôlego. O principal responsável por este cenário é o enfraquecimento do sector automóvel, no qual vários componentes são já produzidos com recurso àquele produto. Projetos específicos, em várias áreas, podem contribuir para evitar uma tendencia ainda mais negativa.
Quando a Alemanha e a França espirram, as exportações de alumínio sofrem