Falta de mão de obra “limita o investimento, reduz a capacidade produtiva, atrasa projetos de expansão e condiciona o crescimento das exportações”, avisa líder da AIP.
O evento terá cerca de 500 expositores, distribuídos por mais de 23 mil metros quadrados, e deverá atrair mais de 19 mil compradores e profissionais, entre arquitetos, engenheiros, construtores, promotores imobiliários, distribuidores e representantes de entidades públicas.
Esta iniciativa pretende apoiar a internacionalização das empresas portuguesas num mercado em forte crescimento e criar novas oportunidades portuguesas num mercado e criar novas oportunidades de negócio num dos principais polos de investimento em infraestruturas da região.
As projeções para o Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034 apontam para um corte de 16% nos fundos comunitários destinados a Portugal, com a Política de Coesão a sofrer uma redução de 13% e a Política Agrícola Comum a cair 10%. Em paralelo, está prevista a criação de um novo Fundo Europeu para a Competitividade com uma dotação de 275 mil milhões de euros.
A AIP sustenta que a impossibilidade de avançar com alterações na legislação laboral mostra que “não é possível efetuar em Portugal qualquer reforma” capaz de melhorar a competitividade empresarial e a qualidade da gestão das empresas.
De acordo com os dados apresentados, a AIP alcançou um resultado líquido positivo de 333 mil euros, acompanhado de uma melhoria significativa dos principais rácios financeiros. Os rendimentos totais atingiram os 5,7 milhões de euros, sendo que 64% correspondem a proveitos de mercado. A associação destacou também a redução do passivo em 23%, passando de 5,1 para 3,9 milhões de euros, enquanto o passivo bancário diminuiu 35%, fixando-se em 1,1 milhão de euros.
A Associação Industrial Portuguesa (AIP) já está a operacionalizar o protocolo de migração laboral regulada, definido pela AIMA, e nesse sentido já está a tramitar cerca de uma centena de processos de emissão de vistos de trabalho. Assim, e de forma a apoiar as empresas neste processo, a AIP assegura assim a instrução e o […]
Estudo a Relatório global estima que insolvências subam em Portugal este ano (+4%) e em 2027 (5%). AIP diz que indústrias expostas à energia e às exportações podem ser afetadas de “forma mais gravosa”. CTP avisa que turismo “não está imune”.
A reunião, que contou com a KPMG e empresários dos concelhos de Ourém e Ferreira do Zêzere, definiu um conjunto de medidas que enquadram incentivos financeiros e fiscais, que se destinam a apoiar as empresas afetadas pelas mais recentes tempestades.
De acordo com José Eduardo Carvalho, a preocupação tem também a ver com a paralisação das empresas e com alguma imprevisibilidade da reposição de energia elétrica.
As associações empresariais vão encontrar-se esta segunda-feira para um balanço dos impactos da tempestade nas empresas daqueles distritos e, também, para analisarem o pacote avaliado em 2,5 mil milhões de euros de medidas definidas pelo Governo.
Para a Associação Industrial Portuguesa, o acordo assinado este sábado entre a União Europeia e o Mercosul é uma "janela estratégica" para: ampliar a presença portuguesa em cadeias industriais transatlânticas;
reforçar a exportação de bens com maior intensidade tecnológica e atrair e alavancar investimento produtivo, fomentando parcerias empresariais.
Cerca de 44% dos projetos de investimento aguardam decisão das entidades competentes há mais de dois anos, indicam as conclusões de um inquérito sobre o estado do licenciamento em Portugal realizado pela Associação Industrial Portuguesa (AIP).
A Associação Industrial Portuguesa (AIP-CCI) organiza uma conferência dedicada ao Quadro Financeiro Plurianual (QFP) da União Europeia 2028–2034, focada nos desafios geopolíticos atuais e no impacto.
Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos são destinos de uma missão da Associação Industrial Portuguesa que parte este sábado para o Golfo. Na agenda estão reuniões com câmaras de comércio, autoridades de comércio externo, zonas francas e entidades financeiras, entre outros organismos.
António Ramalho, Presidente da Comissão Executiva da FIL e Vice Presidente da Fundação AIP, considera que “os resultados deste estudo demonstram a elevada importância da atividade de eventos próprios e de eventos de terceiros para a economia nacional e da região de Lisboa, onde a Fundação AIP tem um papel impulsionador".
"A AIP não encontra justificação para a atual contestação sindical e política às medidas apresentadas e ao empolamento que se está a dar a uma suposta profunda alteração na legislação laboral", sustenta a associação numa posição oficial divulgada hoje em comunicado.
A AIP revela em comunicado que 80% das empresas com vouchers atribuídos integram-se no comércio a retalho, restaurantes, serviços pessoais, agências de viagens e oficinas de reparação automóvel. Lisboa, Sintra, Cascais e Vila Franca de Xira concentram 57% das empresas beneficiárias e 69% destas tem um volume de negócios até 500 mil euros.
O investimento em Defesa tem sido um dos temas em destaque nos últimos tempos, nomeadamente devido aos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente, com a Comissão Europeia e a NATO a incentivarem a despesa nesta área e desenvolverem programas de financiamento.
Num documento enviado ao Ministério da Economia, a que a Lusa teve acesso, a AIP deu conta de várias recomendações de medidas ao Governo, começando pela monitorização do potencial redirecionamento “da produção destinada aos EUA para o mercado europeu por parte da China e de outros produtores afetados pelas tarifas, provocando um acréscimo significativo de concorrência, num mercado que absorve 80% das vendas ao exterior da produção nacional”.
O programa conta, neste momento, com mais de 2.000 empresas de 23 países, das quais 29 nacionais, de que são exemplo a Carris, Fapil, Vieira de Castro, Onyria, MCA, Sogenave, Petrotec e Transportes Paulo Duarte.