De acordo com a mais recente Síntese Estatística da Habitação da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), divulgada esta sexta-feira, o número de licenças municipais emitidas para a construção e reabilitação de edifícios habitacionais registou um crescimento homólogo de 9,5% nos primeiros dois meses deste ano, para 3.444.
Assim, segundo a AICCOPN "o índice do nível de atividade manteve-se inalterado face ao mesmo período do ano anterior, registando uma variação de 0,0%".
Análise estima o número de mortes causadas pela emissão de uma tonelada adicional de CO2 neste século. De acordo com esse modelo, haverá 226 mortes por excesso de calor em todo o mundo entre 2020 e 2100 por cada milhão de toneladas de carbono emitidas em 2020.
Para Reis Campos, o menor dinamismo na criação de emprego no sector entre abril e junho “não se prende com uma incapacidade de o sector de criar emprego, mas assenta, essencialmente, na dificuldade de contratação de mão de obra”.
Os concursos promovidos tendo em vista a realização de empreitadas somaram 5,775 mil milhões de euros. Ainda assim, o total de contratos celebrados nesse âmbito não foi além de 1,238 mil milhões.
A análise é da AICCOPN - Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas e diz também que relativamente à avaliação da habitação para efeitos de crédito bancário, no mês de março de 2024, observou-se um aumento de 6,5%, em termos homólogos, para 1.580 euros por metro quadrado.
Encomendas no sector da construção tiveram uma quebra de 3,3% em março, face ao período homólogo, referiu a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
Na opinião do presidente da AICCOPN, Manuel Reis Campos, as medidas que o novo Executivo anunciou “vão ao encontro das necessidades identificadas” e quando forem colocadas em prática “serão um forte estímulo à construção de habitação e, desta forma, uma célere resposta”.
Segundo dados da Associação dos Industriais de Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), em 2023 foram consumidas um total de 3.904 milhares de toneladas de cimento em território nacional.
Dados recolhidos pela AICCOPN - Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas no inquérito feito a empresários apontam para um crescimento em todos os indicadores qualitativos da Reabilitação Urbana.
De acordo com o mais recente "Barómetro das Obras Públicas" da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), nos primeiros 11 meses de 2023, os contratos de empreitadas celebrados e registados no Portal Base, no âmbito de concursos públicos, totalizaram 2.222 milhões de euros, o que representa um acréscimo de 22% em termos homólogos.
A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) anunciou em comunicado que o consumo de cimento no mercado nacional atingiu 2.956 milhares de toneladas até ao final do mês de setembro, o que traduz um aumento de 1,2%, face a igual período do ano anterior.
Sem ser caustico em relação à proposta do Orçamento do Estado para 2024, Manuel Reis Campos, o 'patrão' do sector da construção, disse que o Governo podia ter ido mais longe, queixando-se que algumas propostas sectoriais não foram contempladas.
Os agricultores e os industriais da construção civil mostram-se preocupados com o nível de execução do PRR, numa altura em que Portugal aguarda "luz verde" de Bruxelas" para a reprogramação, mas o Governo mantém-se confiante.
A associação do sector destaca que, do total de empresas inquiridas, "30% assinalaram um crescimento da atividade e 16% sinalizaram um decréscimo da atividade neste [primeiro] trimestre, percentagens que correspondem a aumentos de cinco e oito pontos percentuais respetivamente".
Isto nas obras públicas. Já no segmento das Obras Privadas, o aumento dos preços das matérias-primas, energia e dos materiais de construção mantém-se como o principal constrangimento apontado, tendo sido assinalado por 79% das empresas, seguido da falta de mão-de-obra especializada, identificado por 78%.