A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou esta segunda-feira o encontro, que a Lusa tinha já noticiado na semana passada, quando fontes do Governo em Bissau revelaram que Sissoco Embaló seria recebido por Trump juntamente com os Presidentes do Gabão, Mauritânia e Senegal.
Sucessão de encontros entre os dois presidentes é questionada pela Frente Popular e pelo Espaço de Concertação das Organizações da Sociedade Civil numa carta aberta enviada ao Palácio do Eliseu.
Em declarações à Lusa para assinalar o 50.º aniversário da Guiné-Bissau, Mamadu Djamanca disse ser “complicadíssimo” fazer negócio num país que considera “um verdadeiro paraíso”, caso não existisse o que afirma ser “confusão generalizada” entre a política e a economia.
Desde 1980, só por quatro vezes a Guiné-Bissau conseguiu crescer acima de 5%, sendo este o valor de referência para a expansão anual da economia deste pequeno país lusófono da África Ocidental.
Depois do golpe de Estado da semana passada, os líderes regionais do Sahel e da UE mostraram a sua preocupação com o futuro político de um dos últimos bastiões de apoio ao Ocidente naquela região. Níger é o segundo maior fornecedor de urânio à UE e uma das fontes de diversificação no gás natural após fim das compras à Rússia.