No aconselhamento financeiro, os bancos são as entidades mais próximas dos aforradores e o nível de escrutínio a que estão sujeitos é hoje elevadíssimo, mas porventura não inspira confiança máxima nos clientes.
O Estado deveria fazer o sacrifício de contratar mais dívida interna evitando o risco de exposição à dívida, e recorrer mais ao mercado externo quando, internamente, não fosse possível.
Despertos para a necessidade de investir as suas poupanças, muitos aforradores estão agora a cair em armadilhas nas redes sociais, que publicitam frequentemente esquemas e burlas.
Neste momento, apenas a banca está representada em bolsa, mas há a possibilidade de outros sectores se juntarem em breve, como a seguradora ENSA e empresas do sector petrolífero.