É uma velha máxima do futebol mundial que também se aplica aos equipamentos desportivos. Mas há uma relação de 75 anos (e de 50 milhões de euros) que está prestes a terminar.
A confirmação veio da UC3, a joint venture criada pela UEFA e pela Associação de Clubes Europeus, refere ter "acordado iniciar um período de negociação em exclusivo com a Nike"
A Adidas reportou receitas recorde, em 2025, no valor de 24,8 mil milhões de euros, um aumento de 5% face aos 23,6 mil milhões de euros do período homólogo, "apesar de um impacto cambial desfavorável de mais de mil milhões de euros devido ao fortalecimento do euro face a várias moedas".
Esta promoção vai permitir ao clube português ter equipamentos mais avançados do ponto de vista tecnológico, bem como ofertas de produtos mais diversificadas.
O novo modelo, “Oaxaca Slip-On”, criado pelo designer norte-americano Willy Chavarría é bastante semelhante ao huaraches, um tipo de sandálias mexicanas, só que tem sola grossa de ténias em vez de uma sola plana de couro.
A Adidas planeia cortar 500 postos de trabalho na sua sede em Herzogenaurach. Dois terços do processo já estão completos, afirmou o CEO em maio. Analistas consultados pelo Jornal Económico (JE) afirmam que a decisão da marca desportiva evidencia um "sinal de disciplina financeira e compromisso com a rentabilidade", mas também pode indicar um "abrandamento da procura".
A gestora de ativos opõe-se à continuidade de Thomas Rabe no Conselho de Administração da empresa por acumular vários cargos de alto nível em diferentes empresas atualmente e não garantir uma sucessão clara. A gestora diz que "aposta numa liderança independente e bem planificada como pilar-chave de uma boa governança".
A quota da Nike no mercado global de vestuário desportivo caiu para 14,1% no ano passado, contra 15,2% em 2023, de acordo com a GlobalData. A quota de mercado da Adidas aumentou de 8,2% para 8,9%.
Ainda de acordo com dados apresentados pela Betideas.com, os cinco clubes com maiores receitas geraram um total combinado de 4,2 mil milhões de euros na última temporada, três vezes mais do que os lucros anuais da Uber ou da Adidas e até mais do que o orçamento global de publicidade da Coca-Cola.
Em bolsa, marcas como a Nike e Adidas desvalorizaram muito nos últimos cinco anos. Redefinir estratégias é imperativo, avisam os analistas de mercado ouvidos pelo JE.
Apesar das quedas nas vendas de Yeezy, que até levaram o mercado norte-americano a cair 7%, as receitas da categoria de Lifestyle aumentaram a dois dígitos no terceiro trimestre por causa das novidades em modelos como Samba, Gazelle, Spezial e Campus.
Ao patrocinar a Inglaterra, França e Portugal, três dos quatro favoritos para vencer o torneio, a Nike está mais bem posicionada. A Adidas 'corre' com a Alemanha, que ainda por cima joga em casa.
A CGD apresenta hoje os resultados do primeiro trimestre e a OCDE divulga a taxa de desemprego mensal. Ainda em Portugal, Mário Centeno apresenta o Relatório do Conselho de Administração do Banco de Portugal referente a 2023.
Estudo do Consumidor de 2024, apresentado esta quinta-feira pela Superbrands Portugal, na Universidade Católica, revela um crescimento das marcas portuguesas no TOP 20. De sete no ano passado aumentaram para 10, sendo agora metade. No ranking nacional, o pódio é constituído pelo Continente, Delta Cafés e Pingo Doce.
As receitas da empresa alemã cresceram 4% para 5,458 mil milhões de euros, na sequência de um crescimento em todas as regiões exceto a América do Norte.
Embora ainda sofra com o término da sua linha de Yeezy e da parceria com o rapper norte-americano Kanye West, a empresa terminou o ano de 2023 a registar um lucro operacional de 268 milhões de euros.