Caças britânicos intercetaram aeronaves russas que voavam junto do espaço aéreo da NATO nos últimos dias, anunciou hoje o Ministério da Defesa britânico em comunicado.
Apesar do futuro da Ucrânia resultar daquilo que os EUA e a Rússia acordarem, é importante perceber as contradições de Zelensky. A sua ação e a sua vida estão condicionadas.
O embaixador Francisco Seixas da Costa analisa, nesta edição do programa da plataforma multimédia JE TV, o enredo da novela que se passou nos últimos dias entre a Turquia, a Suécia, a NATO e a União Europeia. "Erdogan vai determinar a duração desta 'lua de mel' com o Ocidente", destaca.
A mesma Cimeira da NATO que ditou a entrada da Suécia não trouxe grandes notícias para a Ucrânia. De relação de forças também se fez outra cimeira: a Organização de Cooperação de Xangai. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
A mesma Cimeira da NATO que ditou a entrada da Suécia não trouxe grandes notícias para a Ucrânia. De relação de forças também se fez outra cimeira: a Organização de Cooperação de Xangai. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
O ministro dos Negócios Estrangeiros turco disse hoje que o falhanço das autoridades da Suécia em impedir os protestos e a queima de exemplares do Corão suscita preocupações sobre a capacidade do país para a eventual adesão à NATO.
“Estamos à espera que a NATO esteja pronta para acolher, ver e ter a Ucrânia e penso que as garantias de segurança são muito importantes, não só para a Ucrânia, mas também para todos os países vizinhos, devido à Rússia e à sua agressão na Ucrânia e à potencial agressão noutras partes da Europa”, assinalou Volodymyr Zelensky.
O futuro da Ucrânia está na NATO, disse o secretário-geral da aliança militar ocidental na primeira visita à capital da Ucrânia desde que a guerra teve início, há mais de um ano atrás. Resta saber quanto tempo demorará o futuro a chegar.
A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, rejeitou hoje que a adesão da Finlândia à NATO possa significar um escalar do conflito na Ucrânia, salientando que a Aliança fica mais forte e Portugal “mais seguro”.
A visita do presidente da Finlândia à Turquia não deixava dúvidas: Recep Erdogan preparava-se para pedir ao Parlamento um voto favorável para a adesão dos finlandeses à NATO. Confirmou-se. Falta agora a Suécia - mas também lá chegará.