Um país que não ensina a julgar entrega o discernimento a quem programa a máquina, e uma nação que delega o seu juízo deixa de ser soberana muito antes de o saber. A isto chamo soberania intelectual.
Há uma lição da floresta para todos os lugares que habitamos. Melhor do que pensar a floresta como um habitar menos que apenas se visita, importaria talvez pensar o habitar como uma visita. Assim, estamos e não afastamos.