A empresa chinesa é conhecida pelos seus 'smartphones' e eletrodomésticos, em 2024 vai lançar o seu primeiro veículo elétrico, cujo desenvolvimento já custou o correspondente a mais de mil milhões de euros. De acordo com o CEO, há métricas da viatura que já superam a concorrência direta.
A disputa das empresas é intensa para conseguir os melhores locais onde podem ser instaladas plantas para carregamentos rápidos, num segmento da economia que atraiu mais de 11 mil milhões de euros desde 2012.
Está pensada uma rede de transportes para a cidade, no âmbito da estratégia Guimarães 2030. Os miniautocarros elétricos são a aposta da autarquia, numa altura em que um terço da rede de transportes é 100% elétrica.
O valor gasto pelos Estados-membros para importar aqueles veículos subiu 27% em apenas um ano. Ao nível das importações, o aumento é de 41%, até aos 59,1 mil milhões.
A tecnológica quer ver escalar o volume de vendas de sistemas de 'infotainment' e componentes para veículos elétricos, até aos 20% das receitas totais em 2030.
A marca sueca destaca que este é o caminho para a "eletrificação total" da Volvo, salientando que este "é um dos planos de transformação mais ambiciosos alguma vez colocado em prática" no sector.
Registou-se uma subida de 64% ao nível da quantidade de carregamentos, face ao observado no ano passado. Na energia consumida, o aumento foi próximo de 90%.
A marca sueca registou um crescimento de 10% no volume de unidades vendidas, ao mesmo tempo que o lucro aumentou 7%, para 553 milhões de euros. Ao nível dos veículos elétricos, foram vendidas mais 157% do que no ano anterior.