As ações das empresas de luxo continuam a cair, maioritariamente devido a uma deterioração das perspetivas da procura, de acordo com os analistas.
A Hugo Boss é uma das empresas a ser afetadas por estas perspetivas. A empresa alemã teve entre os piores desempenhos no Stoxx 600, tendo registado uma queda de 4%, depois dos analistas do Banco da América terem rebaixado a ação de ‘compra’ para ‘desempenho inferior’.
Segundo a “CNBC”, os analistas preveem que o segundo semestre apresente um cenário de consumo mais difícil.
Os analistas do Banco da América afirmam que “após o pico do consumo pós-covid em 2022, as receitas do sector de luxo têm vindo a abrandar. O consumidor americano foi o primeiro a normalizar, seguido pelo coreano, europeu e japonês”.
O fraco crescimento da economia chinesa é um dos fatores que contribui para este enfraquecimento do setor de luxo, com as empresas que o compõem no Velho Continente a apontar para uma queda de 1% nas receitas durante este ano.