Sebastião Bugalho, Carlos Moedas e Pedro Duarte são os novos vice-presidentes do PSD

Hugo Soares continuará como secretário-geral do PSD e Sebastião Bugalho será também porta-voz do partido. Luís Montenegro anunciou os principais nomes para os órgãos nacionais no 43.º Congresso do PSD.

Sebastião Bugalho, Carlos Moedas e Pedro Duarte são os novos vice-presidentes do PSD
Foto: EPA/Tiago Petinga

O eurodeputado Sebastião Bugalho e os presidentes da Câmara de Lisboa e do Porto, Carlos Moedas e Pedro Duarte, vão ser vice-presidentes do PSD, anunciou este sábado Luís Montenegro.

Hugo Soares continuará como secretário-geral do PSD e Sebastião Bugalho será também porta-voz do partido.

Luís Montenegro anunciou os principais nomes para os órgãos nacionais perante o 43.º Congresso do PSD, que se reúne até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).

Na comissão permanente, o órgão mais restrito da direção, vão manter-se como vice-presidentes a antiga ministra Leonor Beleza, Alexandre Poço e Inês Palma Ramalho.

Deixam as vice-presidências do PSD Carlos Coelho, que vai liderar o Instituto Sá Carneiro, Lucinda Dâmaso, presidente da UGT, e Rui Rocha, que continuará como vogal da direção.

Relacionado

Aguiar-Branco convoca conferência de líderes para 5.ª feira para decidir data da moção de censura do Chega

Aguiar-Branco convoca conferência de líderes para 5.ª feira para decidir data da moção de censura do Chega

“Quero avaliar com os líderes parlamentares a definição da data a partir da qual se devem contar os três dias para efeitos de levar à discussão na Assembleia da República”, afirmou José Pedro Aguiar-Branco, em declarações aos jornalistas nos Açores, uma vez que a moção de censura deu entrada “num período de interrupção dos trabalhos parlamentares”
Chega ameaça Governo com moção de censura, PS afasta e IL apela à estabilidade

Chega ameaça Governo com moção de censura, PS afasta e IL apela à estabilidade

Bianca Marques28 Ago
O Chega admite avançar já na próxima semana com uma moção de censura ao Governo, aumentando a pressão sobre o executivo. Apesar da iniciativa, a aprovação do texto é, para já, considerada pouco provável, com o PS a afastar o cenário, a Iniciativa Liberal a defender estabilidade política e o PCP a não excluir o recurso aos instrumentos parlamentares disponíveis.