“Reino Unido? Ver-se-á muito rapidamente se Andy Burnham segura o ‘facho’ trabalhista”. Veja “A Arte da Guerra”

No Reino Unido, a enormidade dos desafios, nomeadamente o crescimento da extrema-direita, deixa dúvidas sobre a prestação possível dos trabalhistas. De extrema-direita também se fala para perceber a nova liderança na Colômbia. A análise é do embaixador Francisco Seixas da Costa.

“Reino Unido? Ver-se-á muito rapidamente se Andy Burnham segura o ‘facho’ trabalhista”. Veja “A Arte da Guerra”
Seixas Da Costa

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Numa impressionante sucessão de líderes efémeros e por isso de algum modo dispensáveis, o Reino Unido tem novo primeiro-ministro – cuja eleição não deverá merecer concorrência entre os deputados da Câmara dos Comuns, o que é um primeiro sinal positivo. Mas a enormidade dos desafios, nomeadamente o crescimento da extrema-direita, deixa dúvidas sobre a prestação possível dos trabalhistas.

De crescimento da extrema-direita se fala também na Colômbia, mais um país da América do Sul que optou pelo segurança do ‘chapéu’ dos Estados Unidos. Adiante se verá o que dizem os brasileiros sobre o assunto.

Na Europa, entretanto, uma cimeira do Conselho Europeu que debatia assuntos importantes – como o orçamento para os próximos anos – foi enigmaticamente reduzida a um único: a Ucrânia. Não haverá aqui algum exagero?

Tudo para ver no programa desta semana de A Arte da Guerra, com o embaixador Francisco Seixas da Costa e condução do jornalista António Freitas de Sousa.

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