Reforma do Governo deixada ao PSD cortaria seis milhões em custos e arrancaria no próximo ano

Os ministérios da Administração Interna, da Justiça, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Educação e da Saúde ficariam de fora desta primeira fase e a sua reforma arrancaria a 1 de Janeiro de 2026.

Reforma do Governo deixada ao PSD cortaria seis milhões em custos e arrancaria no próximo ano
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Caso Luís Montenegro aceite a reforma do Governo deixada pelo ex-primeiro-ministro António Costa irá poupar seis milhões em custos e
todos os ministérios com exceção dos que lidam com mais projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) vão mudar a sua forma de trabalhar a partir do próximo ano, conta o jornal “Público” esta quarta-feira, 27 de março.

Os ministérios da Administração Interna, da Justiça, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, da Educação e da Saúde ficariam de fora desta primeira fase e a sua reforma arrancaria a 1 de Janeiro de 2026.

As poupanças anuais foram estimadas em 5,7 milhões de euros: 800 mil euros em rendas a privados, a que se acrescentam as rendas pagas dentro do próprio Estado ou às autarquias locais e mais 4,9 milhões em serviços diversos.

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