As empresas portuguesas assumem preocupação com a situação dos incêndios e pedem que sejam tomadas decisões para que este problema não afete ainda mais a economia do país.
“É imperativo um reforço das políticas de prevenção e combate aos incêndios florestais, não apenas como uma medida de proteção ambiental e de segurança pública, mas também como uma estratégia crucial para salvaguardar a economia nacional”, afirma ao Jornal Económico (JE), Luís Ribeiro, presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP).
O responsável sublinha que o impacto dos incêndios florestais é profundo e duradouro na economia e que vai muito além dos custos imediatos de combate e dos danos materiais.
“São eventos catastróficos que afetam negativamente o crescimento do PIB regional, o emprego em setores-chave como o turismo e o comércio, e têm consequências a longo prazo para a atratividade turística das regiões afetadas”, refere.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia o conteúdo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 29 de agosto.