A bolsa de Lisboa negoceia em terreno negativo a meio da sessão, com uma descida de 0,20% para 7.970,16 pontos.
A Mota-Engil lidera as perdas, a cair 1,72% para 5,425 euros, seguida da NOS, que perde 0,88% para 3,94 euros. A EDP Renováveis desce 0,67% para 10,41 euros, a Navigator derrapa 0,42% para 3,310 euros e a Corticeira Amorim desliza 0,13% para 7,62 euros.
Em contraciclo, a Galp ganha 0,31% para 16,31 euros, os CTT somam 0,13% para 7,92 euros e a Jerónimo Martins aumenta 0,09% para 21,38 euros.
As principais praças europeias seguem no ‘vermelho’, com o DAX (Alemanha) a descer 0,34% para 24.242,80 pontos, o CAC40 (França) perde 0,64% para 7.922,36 pontos e o IBEX35 (Espanha) derrapa 0,63% para 15.199,50 pontos.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “os índices de ações europeus seguem sem grandes variações, numa sessão marcada pelo fraco flow empresarial e um volume de negociação mais baixo. Isto é um sinal de que os investidores se encontram numa espécie de stand-by. A justificar pode estar o facto de arrancar hoje do Simpósio anual de Jackson Hole, onde se procuram sinais sobre possíveis cortes de taxas de juro por parte dos diferentes bancos centrais”.
“No plano macroeconómico esta manhã foi revelado que a atividade da Zona Euro acelerou inesperadamente o ritmo de expansão no mês de agosto, impulsionada pelo regresso à expansão da atividade industrial, após três anos de contração, o que acabou por ofuscar o maior abrandamento dos serviços. Mais logo chegam dados para os EUA. No seio empresarial em reações a contas de destacar a subida da Aegon”, refere.
No mercado do petróleo o texano WTI sobe 0,88%, fixando o preço do barril nos 63,26 dólares e o Brent aumenta 0,81% para 67,38 dólares. O gás natural ganha 1,02% para 2,78 dólares.
No mercado cambial o euro valoriza 0,01% face ao dólar, fixando-se nos 1,1651 dólares.