O PSG investiu mais de 1,5 mil milhões de euros na última década para juntar alguns dos melhores futebolistas do mundo. No entanto, o sonho de conquistar a Liga dos Campeões continua distante e, esta quarta-feira, equipa foi, uma vez mais, eliminada nos oitavos-de-final da prova. É a quinta vez em apenas sete anos, o que rude golpe nas aspirações dos investidores que entraram no clube em 2012.
O Qatar Investment Authority (fundo soberano de investimento do Qatar) visa levar os parisienses ao topo do futebol europeu. Com esse propósito, levou para o Parque do Príncipes jogadores como Neymar Jr, a troco de 222 milhões de euros, em 2017, ou Kylian Mbappé, a troco de 180 milhões de euros, um ano mais tarde, são as contratações mais caras dos parisienses e, até à data, as mais caras da história do futebol.
Aos astronómicos valores associados às transferências, somam-se os salários e prémios estabelecidos nos contratos assinados com os jogadores. No caso, por exemplo, do internacional francês Mbappé, este tem a receber 72 milhões de euros brutos por ano. Somando os bónus de renovação e de fidelidade, são 630 milhões em três anos de contrato. O seu colega Neymar recebe 50 milhões brutos anuais, ao passo que o salário fixo de Messi é de 35 milhões brutos.