Com a entrada de cada vez mais investidores em clubes do futebol europeu, que chegam particularmente dos EUA e de países do Médio Oriente, os gastos para fortalecer as equipas são cada vez mais avultados, o que fica evidente nos números. Na última temporada desportiva, os clubes das “Big Five”, as cinco grandes ligas do futebol europeu (espanhola, francesa, inglesa, alemã e italiana), gastaram 5,7 mil milhões de euros em transferências, o que representa um aumento de quase 50% face aos valores gastos na época 2021/22.
A somar a isto, alguns dos clubes com maiores aspirações nestes campeonatos pagam valores igualmente astronómicos em salários, com os franceses do PSG a serem os maiores gastadores, de acordo com os dados do portal “SportsLens”, especializado em desporto.
Os parisienses pagaram, na última temporada, os maiores salários, chegando, em média, aos 6,71 milhões de euros por atleta, todas as semanas. Com este valor, o PSG é, com larga margem, o clube que mais gasta em salários aos seus futebolistas, em toda a Europa. Uma realidade que contrasta com o facto de o mesmo clube somar receitas substancialmente inferiores a clubes como o Manchester City, Liverpool ou Real Madrid.
É o próprio clube espanhol que se segue na lista dos maiores salários por jogador, fixado nos 6,07 milhões de euros semanais. Logo atrás, surgem Barcelona (5,41 milhões), Bayern de Munique (5,07 milhões) e Manchester City (4,78 milhões).