Competitividade é o foco de todos os relatórios [que têm sido produzidos na União Europeia]. Podemos falar de outras políticas – ambiental, social, infraestruturas, etc. –, mas o foco é no facto de estarmos a ficar para trás”, afirma Martin Bresson, diretor de Public Affairs da Invest Europe, que representa os interesses do sector de capital de risco e private equity na Europa, incluindo seguradoras e fundos de pensões.
A preocupação da União Europeia (UE) em tornar-se mais competitiva face a outros blocos comerciais, com a China e os Estados Unidos da América (EUA) à cabeça, é olhada com bons olhos por um sector que se apresenta como elemento de ligação entre fundos disponíveis e o desenvolvimento de negócios. “É uma oportunidade”, diz Martin Bresson.
Os processos de transição para economias mais sustentáveis, a relocalização da produção para a Europa e as necessidades de investimento em start-ups criam oportunidades para o private equity. Só que, da mesma forma que se reconhecem oportunidades, também se identificam desafios, “em igual medida”, como aponta o presidente da Invest Europe, Frans Tieleman, no relatório anual da associação, publicado no início do ano.
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