“Portugal precisa de ter ambição”, diz CEO do BPI

"É preciso executar melhor e mais rápido", defendeu hoje João Pedro Oliveira e Costa, CEO do BPI.

“Portugal precisa de ter ambição”, diz CEO do BPI
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“Portugal precisa de ter ambição”, defendeu hoje o CEO do BPI num comentário sobre o futuro da economia portuguesa, num momento em que o país prepara-se para ir a eleições legislativas antecipadas a 10 de março.

“Concordo com o painel anterior, mas isso é o politicamente correto. Há três coisas de que não se pode falar: religião, futebol e política. Mas em termos pessoais tenho uma visão diferente porque tenho filhos”, começou por dizer hoje João Pedro Oliveira e Costa

“Gosto de olhar de outra maneira para o nosso país, a base é boa porque o país é bom, as pessoas são simpátias, a gastronomia é boa. Mas precisamos de ter ambição, ir mais longe do que fomos até agora, não pode haver conformismo. É preciso executar melhor e mais rápido”, defendeu durante o Fórum Banca 2024, organizado pelo Jornal Económico, que teve hoje lugar em Lisboa.

“Claramente, é preciso melhorar. Está ao nosso alcance, isto é um sentimento positivo. Não gostaria de ficar numa situação em que me resigno. É uma questão de atitude. Felizmente, vivemos em democracia e a maioria decidirá”, rematou, durante a mesa redonda “Inteligência Artificial: revolução ou evolução?”.

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"Não vai acontecer nada enquanto existir esta questão de que existe uma linha Europeia que basicamente é de retórica e depois os próprios países a terem a defesa das suas instituições, simplesmente não vai acontecer", sublinhou. "Preferia ver a Comissão concentrar-se em medidas concretas de simplificação regulatória e redução do seu próprio quadro de pessoal", referiu o banqueiro. Sobre a decisão do Constitucional sobre contribuições para o FdR, o BPI promete uma posição em breve.